A Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), a mais importante da Bahia, terminou no último final de semana. Todos os anos o evento movimenta centenas de pessoas, entre escritores, estudantes e artistas. Essa é a primeira edição da Flica pós-pandemia, que ficou 2 anos sem ser realizada. O coordenador geral da Flica, Jomar Lima, fez um balanço sobre o evento durante entrevista nesta sexta-feira (11).
Segundo Jomar, a expectativa da organização era grande, principalmente por ter ficado dois anos sem a realização.
“A expectativa foi muito grande pra todos nós, principalmente para nós que estamos na organização, é o meu primeiro momento como organizador geral de uma festa como essa, de um evento dessa magnitude. Tanto para comunidade quanto para a organização era grande a expectativa, mas tivemos uma grande feira, uma grande Festa Literária em Cachoeira”, ressaltou Jomar.
Pessoas de diversos municípios participaram do evento, não somente do recôncavo baiano, visitando os novos espaços da festa, que foram ampliados.
“Desde 2018 nós pensávamos em outro espaço, só que com essa mudança, a gente teve que mudar, aí veio a ideia de construir a tenda na beira do Rio Paraguaçu e denominamos de Tenda Paraguaçu, que de 250, passamos a ter espaço para 400 pessoas sentadas, com uma livraria é um café”, afirmou o coordenador.
Essa edição da Flica também contou com uma programação infantil, chamada de Fliquinha, e o espaço Geração Flica, dedicado à literatura juvenil.
A festa movimentou toda a cidade, promovendo uma imersão dos visitantes na cultura de Cachoeira, beneficiado os comerciantes locais, já que a festa foi descentralizada.
O encerramento da festa ficou por conta de Fábio Batista e de outros poetas, onde participaram de uma mesa de debates. A apresentação do Ilê Aiyê finalizou a Flica.
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