A abertura da 15ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs) rendeu momentos de emoção e muitos agradecimentos no início da noite desta terça-feira, 31. A cerimônia teve a presença dos organizadores e parceiros do festival.
Em discurso, a secretária municipal de Educação, professora Anaci Paim, descreveu a edição deste ano como “uma debutante”, em referência ao desenvolvimento da feira no decorrer dos anos.
Apontou ainda como a Flifs deixou dos muros da UEFS, das praças, e ganhou o mundo. Para a secretária, a organização da Feira do Livro entendeu que ler era pouco, e apesar da leitura ser excelente, oportunizou ambientes literários e ferramentas diversas para proporcionar a comunidade leituras de mundo.
“A Flifs que nasceu como feira agora é um festival. Há 15 anos foi plantada uma boa semente que colhe excelentes frutos. É muito bom poder acompanhar e colaborar com todo este processo”, afirma a secretária.
O retorno presencial, a homenagem a Ana Angélica Vergne de Morais e a comemoração de 15 anos do festival foram exaltados por todos durante todo o evento.
A professora homenageada foi lembrada com carinho. Para os organizadores da Flifs, a docente, que faleceu em janeiro deste ano, é a musa inspiradora literária e seu legado se eterniza em “cada canto da Feira do Livro”.
O reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana, o professor Evandro do Nascimento, destaca a Flifs como uma política pública que engrandece a cultura e produção literária da região. Para ele, é “o conhecimento que liberta, traz esperança e mudanças para a sociedade”.
A coordenadora do evento e pró-reitora de Extensão da UEFS, a professora doutora Rita Brêda, elencou todas as conquistas durante os 15 anos de festival, como o status de Patrimônio Cultural Imaterial do Estado da Bahia e frisou a retomada presencial como um momento de emoção.
“Este é um sonho materializado em festa literária feito por muitas mãos. Queremos uma sociedade mais leitora, com acesso à leitura e literatura. Nosso objetivo é oportunizar ao maior número de pessoas arte, poesia, cultura, literatura e conhecimento”, discursou a coordenadora da Feira.
Durante a solenidade, o músico Tito Pereira encantou a todos com sua interpretação do Hino Nacional e Hino à Feira.
A expectativa é que o Festival seja visitado por, pelo menos, 50 mil pessoas, como aconteceu nos anos anteriores à pandemia de Covid-19.
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