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Segundo PM acusado de invadir hospital e matar paciente na Bahia se entrega

O acusado se apresentou de forma voluntária na Corregedoria da Polícia Militar, acompanhado de advogados.

23/04/2026 08h49
Por: Karoliny Dias Fonte: Bahia Notícias
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O segundo policial militar suspeito de invadir uma unidade de saúde e matar a tiros um paciente internado no Hospital Geral de Itaparica, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foi preso nesta quarta-feira (22). O acusado se apresentou de forma voluntária na Corregedoria da Polícia Militar, acompanhado de advogados.

Segundo o g1, Antônio Daniel de Castro passou a ficar sob custódia após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo a defesa, ele decidiu se entregar e não pretendia evitar a responsabilização judicial.

O PM não havia sido localizado durante a Operação False Shield, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na última quinta-feira (16), sendo considerado foragido até então. De acordo com o advogado Yuri Carneiro, após o procedimento na Corregedoria, o policial deverá ser encaminhado ao Batalhão de Choque, situado em Lauro de Freitas, também na RMS.

Outro policial militar investigado no caso, José Bomfim Ferreira da Silva, foi preso na primeira fase da operação. Ele foi localizado no bairro de Manguinhos, em Itaparica. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, foram apreendidos uma pistola calibre .40, três carregadores, 87 munições e dois aparelhos celulares.

As investigações apontam que o crime ocorreu em 6 de setembro de 2023. Na ocasião, os dois policiais, que estavam fora de serviço e utilizavam coletes balísticos [sendo um deles portando uma arma longa] teriam invadido o hospital e efetuado diversos disparos contra um paciente que havia sido internado após ser baleado no braço.

Ainda segundo a polícia, o ataque aconteceu dentro da sala de sutura, na presença de testemunhas. Após o crime, os suspeitos teriam alterado a cena e coagido pessoas que estavam no local. Os investigados são apurados pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual.

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