Conforme o documento assinado pelo diretor de políticas públicas da empresa no Brasil, Fernando Gallo, a plataforma relatou que excluiu 1.304 vídeos que violavam a política de extremismo violento, 5.519 que feriram a diretriz de “desinformação com riscos de danos no mundo real” e outros 3.614 conteúdos com informações falsas sobre o período eleitoral.
De acordo com a empresa, apenas cinco URLs foram removidas a partir de determinações do STF durante este período.
O TSE e o TikTok firmaram uma parceria em fevereiro do ano passado para a realização de medidas para combater a desinformação sobre o processo eleitoral dentro da plataforma.
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