Representantes da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já sinalizaram em debates com o governo dos Estados Unidos que a suspensão de tarifa de 18% aplicada sobre o etanol importado deve ser encerrada.
A tarifa foi zerada pela administração foi ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em março do ano passado, com o argumento de que a medida ajudaria a reduzir os impactos da inflação. A mudança foi comemorada por grandes produtores norte-americanos, mas criticada pelos brasileiros. O tema tem sido tratado pelo Ministério da Agricultura, comandado por Carlos Fávaro.
Em dezembro, conforme informações da Folha de São Paulo, a Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão vinculado ao Ministério da Economia, prolongou a suspensão da tarifa até março de 2023, mas a perspectiva no governo federal é de que isenção seja encerrada antes disso.
O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e os empresários brasileiros do setor mostraram insatisfação com a decisão de Bolsonaro de zerar a taxa de importação, sob argumento de que o país é autossuficiente. Com a retomada da tarifa, Lula fará aceno positivo ao segmento sucroalcooleiro do agronegócio, que nos últimos anos aproximou-se de Bolsonaro e com o qual o governo petista tenta melhorar a relação.
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