Apesar do balanço positivo no número de doações e transplantes de órgãos, é preciso continuar aumentando o número de doadores e reduzindo a negativa familiar no estado. A afirmativa é da enfermeira América Carolina Sodré, coordenadora da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO), da Secretaria da Saúde do Estado. Segundo a enfermeira, a negativa familiar e o desconhecimento da sociedade sobre o processo de doação e transplante ainda são alguns dos principais obstáculos para o aumento no número de transplantes. “Por não conhecerem como se dá a doação, muitas famílias negam”, comenta América Carolina.
Atualmente, na Bahia, o número de pacientes em fila de espera para transplante de fígado é de 26 pacientes, de rim 1.244, de córnea 943 e de coração 1. No ano passado, no estado, foram realizados 485 transplantes de córnea, 43 de fígado, 264 de rim e 4 de pele. No caso de transplante de medula, procedimento só realizado no Hospital Universitário Professor Edgard Santos e Martagão Gesteira, foram realizados 52.
Embora tenha sido registrada uma redução de 11% na taxa de negativa familiar em 2021 em comparação com o ano anterior, ainda é necessário que seja ampliado o número de doações, lembrando que uma doação pode salvar inúmeras vidas.
A coordenadora da CNCDO explica que qualquer pessoa que venha a óbito é um potencial doador, bastando avisar a família. “No momento certo a família será entrevistada e uma equipe de profissionais habilitados fará uma avaliação segura e criteriosa para validão da doação”, concluiu a enfermeira.
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