O superintendente municipal de trânsito de Feira de Santana, Ricardo Cunha, afirmou que a Prefeitura vem adotando medidas educativas para tentar reduzir os transtornos provocados pelo embarque e desembarque de alunos em frente a escolas particulares da cidade. Segundo ele, a prática recorrente de pais pararem em fila dupla tem causado impactos significativos no fluxo de veículos, especialmente nos horários de entrada e saída das aulas.
Durante entrevista ao Boca de Forno News, o superintendente explicou que o órgão iniciou um diálogo com as instituições de ensino para discutir possíveis soluções para o problema. De acordo com Ricardo Cunha, reuniões foram realizadas com representantes de diversos colégios, principalmente os de maior porte.
Ele destacou que parte das escolas foi instalada em períodos em que o número de veículos na cidade era menor e, por isso, muitas unidades não possuem estrutura adequada para atender à atual demanda de carros nos horários de pico. “Alguns colégios não acompanharam a própria evolução da cidade. Hoje existe uma quantidade muito maior de veículos e isso acaba gerando dificuldades para o embarque e desembarque de alunos”, explicou.
O superintendente também ressaltou que, mesmo em instituições que possuem vagas internas para estacionamento ou áreas destinadas à parada rápida, muitos pais preferem não utilizar esses espaços e acabam estacionando irregularmente na via, formando filas duplas e prejudicando o trânsito.
Ricardo destacou que, neste primeiro momento a atuação do órgão tem sido voltada para a orientação e conscientização dos motoristas. No entanto, a fase educativa pode estar chegando ao fim. "Nós conversamos muito primeiro para depois entrar com a fiscalização. Mas o tempo da conversa está acabando. Feira de Santana merece ter um trânsito melhor”, afirmou.
O superintendente revelou ainda que alguns proprietários de escolas chegaram a solicitar que a fiscalização seja intensificada, já que enfrentam dificuldades para disciplinar os pais no momento da parada em frente às unidades escolares.
Como parte das ações, a Superintendência de Trânsito criou uma ronda escolar, que atua diretamente nas áreas próximas aos colégios, dialogando com pais, diretores e moradores das regiões afetadas. A iniciativa tem ajudado a reduzir alguns problemas, embora ainda existam casos de desrespeito às regras do Código de Trânsito Brasileiro.
Entre os pontos considerados críticos, o superintendente citou escolas localizadas nas proximidades da Avenida Nóide Cerqueira, na região do CEAF e ainda em outros locais que também trazem um prejuízo grande para o trânsito da cidade. Em um dos casos, segundo ele, o colégio possui estacionamento, mas os pais insistem em parar na rua. Em outro, não há estrutura adequada para a parada dos veículos, o que acaba provocando congestionamentos.
Caso a situação não melhore com as orientações, a Superintendência de Trânsito deve iniciar operações de fiscalização mais rigorosas. “A fiscalização é sempre o último recurso. Mas, se não houver outra maneira de resolver, nós vamos autuar”, concluiu o superintendente.
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