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Suspeito conhecido como “Rei do Mounjaro” é preso em prédio de luxo na Barra, em Salvador

A prisão ocorreu no âmbito da Operação Peptídeos, que investiga um esquema de venda clandestina de substâncias indicadas para o tratamento de diabetes tipo 2.

11/03/2026 08h22
Por: Karoliny Dias Fonte: Bahia Notícias
Foto: Reprodução / Alô Juca
Foto: Reprodução / Alô Juca

Um homem identificado pelo prenome Gustavo foi preso na manhã desta quarta-feira (11) durante uma operação do Departamento Especializado de Investigações Criminais, na região da Ladeira da Barra, em Salvador. 

De acordo com informações preliminares, o suspeito é conhecido nas redes sociais como “Rei do Mounjaro” e seria um dos principais alvos de uma investigação que apura a comercialização irregular de medicamentos utilizados para emagrecimento. 

A prisão ocorreu no âmbito da Operação Peptídeos, que investiga um esquema de venda clandestina de substâncias indicadas para o tratamento de diabetes tipo 2, mas que estariam sendo divulgadas e comercializadas de forma irregular para fins estéticos e de perda de peso. 

Segundo a polícia, a operação cumpre 57 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão em diferentes cidades. As diligências ocorrem em Salvador e nos municípios de Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho e Feira de Santana, além da capital paulista, São Paulo.

A Operação

Desarticular um esquema criminoso voltado à comercialização irregular de substâncias divulgadas como canetas emagrecedoras é o objetivo da Operação Peptídeos, deflagrada nesta quarta-feira (11) por equipes da Polícia Civil da Bahia. 

Durante a operação, são cumpridos mandados judiciais nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho e Feira de Santana, além da cidade de São Paulo (SP).

A investigação apura a atuação de uma rede estruturada voltada à comercialização clandestina de substâncias utilizadas no tratamento de pacientes com diabetes tipo 2, mas que vinham sendo amplamente divulgadas e vendidas para fins estéticos e de emagrecimento, muitas vezes sem prescrição médica e fora dos padrões sanitários exigidos pela legislação. 

As apurações indicam que os produtos eram comercializados principalmente por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens. Também foram identificados indícios de transporte e armazenamento sem controle sanitário adequado, bem como comercialização sem comunicação aos órgãos de vigilância sanitária. 

Mais de 200 policiais civis participam da operação.

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