O médico dermatologista Otávio Guarçoni falou sobre calvície feminina. Segundo ele, a principal causa decorre da genética. “Normalmente, a mulher que desenvolve calvície feminina já tem uma genética positiva e pode desenvolver durante qualquer momento de sua vida, mas principalmente depois que entra na menopausa”, explicou.
Ainda conforme o médico, há uma redução grande dos hormônios da mulher na menopausa e por isso a calvície vai se manifestar nessa época. Diferente da masculina, a calvície feminina se manifesta com redução grande da quantidade de cabelo. “As vezes a mulher não vai ficar careca, mas ela vai ficar com uma quantidade de cabelo bem reduzida”, completa.
Questionado sobre se a vitamina D tem influência, o médico disse que ela influi em qualquer situação de queda de cabelo. “Hoje temos uma epidemia de vitamina D baixa porque não tomamos mais sol. Ela influencia porque é necessária para o crescimento do fio de cabelo. Com a vitamina D baixa, existe uma maior propensão para a queda de cabelo”.
A calvície feminina não tem cura, mas tem tratamento. E eles são vários, desde medicação oral, reposições vitamínicas e até medicamentos de uso local, como infiltração. “Como é uma patologia que na maioria das vezes é genética, não conseguimos curar, mas melhorar bastante o quadro que incomoda muito a mulher”, diz.
O tratamento consegue evitar a queda e voltar uma quantidade do cabelo que foi perdido. “É importante recompor esse couro cabeludo da mulher”. O dermatologista pede que as mulheres sempre acompanhem, olhando os seus cabelos e, se identificar qualquer coisa diferente, procurar um médico. “Quanto antes diagnosticamos, mais rápido conseguimos tomar atitudes”, explica.
A falta da vitamina D pode causar ainda artrite, artrose, osteoporose. A vitamina D ajuda na recomposição de massa óssea e da massa muscular. “Essa vitamina é muito interligada com a nossa imunidade. Quando ela está baixa, provavelmente seu sistema imunológico não está funcionando bem”. Mas não pode tomar sol demais para não desenvolver câncer de pele, alerta dermatologista. “Pode tomar um pouco de sol pela manhã e, nos casos em que não conseguimos uma recomposição adequada da vitamina D, fazemos isso de forma oral”, finalizou.
Com informações do repórter Reginaldo Lima
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