
Três pessoas foram presas pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (10), suspeitas de venderem drogas para servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) e outros órgãos em Brasília.
No ano passado, um servidor terceirizado do STF, que fazia parte do esquema, já havia sido preso em outra fase da operação. O trio que foi preso nesta quinta é acusado de fornecer entorpecentes para esse servidor.
As investigações indicaram que o processo de negociação era feito por meio do WhatsApp, e as drogas eram entregues nos estacionamentos dos órgãos públicos. Por meio de nota, o STF negou o envolvimento de um servidor no esquema e disse que o estacionamento onde acontecia o fornecimento não pertence ao tribunal.
"A investigação da Polícia Civil diz respeito a fornecimento que teria ocorrido em estacionamento próximo ao Supremo Tribunal Federal, mas que não pertence ao Tribunal. A administração do STF já tentou por diversas vezes regularizar e assumir o local para facilitar o controle, mas não houve autorização do IPHAN. Além disso, não há registro de envolvimento de nenhum servidor do Tribunal na prática de crimes. O STF tem fornecido informações quando consultado pelos investigadores."
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