O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta segunda-feira um conjunto de medidas emergenciais, com o objetivo de injetar até R$ 147,3 bilhões na economia. As ações são para conter os efeitos econômicos do novo coronavírus. Entre as medidas, estão a liberação de saques do FGTS, a antecipação do 13º do INSS, e a suspensão por três meses do pagamento de alguns impostos.
— Estamos fazendo um programa emergencial que no total tem quase R$ 150 bilhões de recursos injetados em três meses — disse Guedes.
Serão até R$ 83,4 bilhões para população mais vulnerável, disse Guedes. Mais R$ 39,4 bilhões para manutenção de empregos. Além disso, haverá a destinaçao de mais recursos para o combate à pandemia do Covid-19, além dos R$ 5 bilhões que já foram disponibilizados.
Ao apresentar as medidas, Guedes afirmou que o sistema econômico responde a esse tipo de pandemia de forma similar ao corpo humano que, segundo ele, atinge principalmente as "fatias mais vulneráveis".
— A economia é igual. Uma economia resiliente, com a parte de fundamentos fiscais no lugar, estrutura firma, reformas estruturantes, ela mantém a resiliência e fura essa onda. O Brasil está começando a reaceleração econômica, aí vem uma turbulência e ele tem condições de ultrapassar isso. São três, quatro meses — considerou o ministro.
Para os idosos, a principal medida é a antecipação da segunda parcela do 13º de aposentados e pensionistas do INSS, com impacto de R$ 23 bilhões. O valor normalmente é pago em dezembro e será depositado em maio. O governo já havia anunciado que a primeira parcela do 13º será paga em abril, quando isso normalmente ocorre em agosto.
O abono salarial também será antecipado, com pagamento em junho, com impacto estimado em R$ 12,8 bilhões. Normalmente, esse pagamento é feito em lotes, ao longo do ano.
Além disso, valores não sacados do PIS/Pasep serão transferidos para o FGTS para permitir novos saques de contas ativas e inativas. O impacto será de R$ 21,5 bilhões. O governo ainda vai detalhar melhor essa medida.
O Ministério da Economia também vai reforçar o Orçamento do Bolsa Família em R$ 3,1 bilhões. Esse valor é suficiente para zerar a fila do programa, disse o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida. Mais de 500 mil famílias aguardam na lista de espera para ter acesso ao benefício.
— É um gasto muito meritório, a gente tá falando de um impacto fiscal muito pequeno e esse sim é permanente — afirmou.
O governo já havia anunciado a antecipação da primeira parcela de aposentadorias e redução dos juros para empréstimos consignados.
— A cada 48 horas poderá haver o anúncio de novos medidas, pode ser que a gente fique um tempos em anunciar, poder ser que continue anunciando, vai depender da resposta da economia — disse Guedes.
Novas medidas:
Já anunciadas:
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Com informções do G1
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