Chuva, calor e recipientes com água parada é o combo perfeito para a proliferação de um velho inimigo conhecido na Bahia, o Aedes Aegypti, chamado popularmente como mosquito da dengue. De acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria de Saúde de Salvador (SMS), foram registrados 815 casos na capital baiana com um óbito em decorrência das doenças causadas pelo inseto somente este ano. Já em toda a Bahia, os números de casos aumentaram em relação ao ano anterior e somente este ano, dez municípios notificaram ocorrências à Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), totalizando 3.743 casos de Dengue com 18 óbitos, 5.545 de Chikungunya e 397 de Zika de janeiro a agosto de 2022
As doenças Dengue, Zika e Chikungunya, que podem levar a quadros graves de saúde e a morte, são transmitidas por meio da picada das fêmeas infectadas do mosquito, e seus principais sintomas são: febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, prostração, diarreia, dores musculares e manchas vermelhas pelo corpo. Diferentemente dos jovens, as pessoas idosas apresentam o maior risco de desenvolver a forma grave das doenças e outras complicações de saúde.
Diante do crescimento do número de casos das doenças causadas pelo Aedes Aegypti, a Secretaria Estadual da Saúde (SESAB) informou que através da Superintendência de Vigilância em Saúde (SUVISA) e a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), está acompanhando, monitorando e avaliando a ocorrência de casos suspeitos, com ou sem confirmação por meio do sistema de Informação oficial, o SINAN. As regiões que tiveram maior incidência de doenças causadas pelo mosquito este ano foram: Itabuna, Guanambi, Brumado e Itaberaba.
A Prefeitura de Salvador pontuou que para combater a proliferação do mosquito e reduzir o número de casos precisa da colaboração de todos. “É fundamental que a população evite qualquer reservatório de água parada sem proteção em casa. O mosquito pode usar como criadouros grandes espaços, como caixas d'água e piscinas abertas, até pequenos objetos, como tampas de garrafa e vasos de planta”, declarou.
Ainda de acordo com o órgão, cerca de 2 mil agentes de combate às endemias estão trabalhando para combater a dengue “por meio do Centro de Controle de Zoonoses", que “tem intensificado as ações de combate ao Aedes com ações, inclusive, aos finais de semana e feriados” principalmente “em regiões com maior vulnerabilidade para proliferação do mosquito na cidade”.
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