O duelo entre Brasil e Argentina, que foi suspenso pelo árbitro da partida após interrupção da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) neste domingo (5), saiu do campo esportivo e alcançou a esfera política. De acordo com o diário Clarín, da Argentina, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria tentado reiniciar a partida após entrar em contato com a CBF.
O veículo informa que, assustado com o que viu na Neo Química Arena, em São Paulo, Bolsonaro teria entrado em contato com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para garantir que Emiliano Martínez, Romero, Emiliano Buendia e Giovani Lo Celso, acusados pelo órgão sanitário de descumprirem normas do país, não teriam problemas futuros e poderiam voltar à campo para o clássico.
A tentativa foi frustrada, já que seu apelo veio quando os jogadores argentinos já se encontravam nos vestiários, com o jogo suspenso, e a comunicação com o grupo não foi bem sucedida.
Brasil e Argentina jogaram apenas seis minutos em São Paulo antes da invasão de agentes da Anvisa e da Polícia Federal. A partida foi suspensa pelo árbitro Jesus Valenzuela e confirmada pela Conmebol através das redes sociais
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