A Justiça acatou denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e determinou a prisão preventiva de 11 pessoas envolvidas nas mortes de Bruno Barros da Silva e Yan Barros da Silva, ocorridas no último dia 26 de abril.
Tio e sobrinho foram levados para o interior da loja Atacadão Atakarejo, localizada no bairro de Amaralina, e entregues para execução no bairro do Nordeste de Amaralina, na localidade do Boqueirão, em Salvador. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (14).
A juíza Gelzi Almeida Souza determinou para outras duas pessoas a aplicação de medidas cautelares de comparecimento em juízo mensalmente, de proibição de qualquer contato com familiares das vítimas e testemunhas do processo, e de proibição de sair da comarca de Salvador sem autorização judicial. Na decisão, a juíza aponta que as medidas cautelares são cabíveis em crimes cuja pena seja inferior a quatro anos, como é o caso do delito de ocultação de cadáver, com pena de reclusão de um a três anos e multa.
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