Em cerimônia pelo reconhecimento e lembrança de uma das maiores tragédias climáticas recentes no país, 49 bombeiros baianos foram homenageados na sede do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), na manhã desta quinta-feira (13), pelo trabalho realizado nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. O governador Jerônimo Rodrigues prestigiou a homenagem e entregou a Medalha de Serviços Relevantes SD BM Eduardo Santos Góes aos profissionais que se destacaram na ação de resgate e assistência humanitária.
“ Temos muito orgulho do trabalho realizado por nossa tropa. Eles deram o máximo para salvar vidas e com competência, planejamento. Foi uma grande operação, a do Rio Grande do Sul. Esse reconhecimento é o reconhecimento dessa bravura, da humanidade e sensibilidade deles”, ressaltou o chefe do executivo baiano.
Comandante Geral do Corpo de Bombeiros da Bahia, Coronel BM Aloísio Mascarenhas Fernandes reforça que a medalha é uma homenagem simbólica ao trabalho realizado em grandes operações pela corporação. “Foi uma dessas operações que elegemos como destaque, em razão da magnitude daquele evento e da necessidade de apoio aos colegas bombeiros militares do Rio Grande do Sul e às famílias, que naquele momento precisavam do resgate dos corpos desaparecidos. Foi uma ocorrência que mereceu muito destaque”, frisou.
A solenidade reuniu autoridades, familiares e bombeiros. Uma das agentes da operação, Mirela Alves dividiu que a experiência do Rio Grande do Sul fez ela honrar ainda mais a farda do Corpo de Bombeiros. “Foi uma experiência que me fez honrar ainda mais a farda que eu visto. Chegar no Rio Grande do Sul e ver tanta dor, tanta perda, tanta destruição causadas pelas chuvas, foi uma experiência assustadora, mas também de muita solidariedade. Foi uma experiência que me transformou como pessoa”, disse ela, que esteve nos trabalhos de salvamento de vítimas e localização de desaparecidos.
Para o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, o trabalho do Corpo de Bombeiros não envolve apenas técnica e preparo físico, mas sensibilidade na relação com as vítimas. “É uma forma de reconhecer a dimensão humana das missões. Eles recebem hoje essa homenagem, mas a gente tem investido cada vez mais na capacitação do nosso bombeiro para atuar em situações como essa. Em razão das mudanças climáticas, infelizmente temos prolongado ações como a Operação Florestal, para evitar maiores danos às pessoas e à vegetação, a gente tem trabalhado também na busca de softwares que possam fazer análises ambientais preditivas”, completou.
A atuação no Rio Grande do Sul também marcou a cooperação entre os estados brasileiros e o fortalecimento do serviço de emergência realizado pela segurança pública em missões climáticas e humanitárias.
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