Em entrevista à TVE, exibida nesta segunda-feira (20), Mário Kertész, relembrou os bastidores do rompimento com Antônio Carlos Magalhães, tema também presente em seu livro “Riso — Choro (e tudo mais que vem no meio)", esclarecendo o ocorrido. “Tem gente que até hoje associa ao quebra-quebra. Quando isso aconteceu, ACM tratou muito mal essa questão, mas isso começa um pouco antes”, explicou MK.
Ele relatou que o afastamento começou ainda em seu mandato como prefeito biônico, em 1979, quando ACM passou a vê-lo como potencial rival político. “Muita gente em volta dele dizia: ‘Mário vai crescer muito’. E ele começou a criar problema pra mim, inclusive bloqueando recursos federais que vinham pra prefeitura”, contou.
Segundo MK, o rompimento definitivo ocorreu após discordâncias sobre o apoio à candidatura de Clériston Andrade ao governo da Bahia. “Eu disse a ele: não vou apoiar Clériston. Vim aqui esperar o senhor cumprir o que botou no jornal e me demitir. Foram sete anos de briga, e ele fez todo tipo de sacanagem que você possa imaginar”, concluiu.
Além de ter sido exibido na segunda-feira na emissora e no Youtube, o programa com Bob Fernandes e Mário Kertész será ainda reprisado no domingo (26), às 21h30.
Eleições 2026 Professora Dayane Pimentel amplia presença na campanha ao lado da chapa de ACM Neto
Eleições 2026 José Ronaldo reafirma apoio a Colbert Martins para deputado estadual
Avaliação Eremita Mota avalia reeleição da Mesa Diretiva e comenta retratação de José Carneiro
Câmara de Feira Marcos Lima é reconduzido por unanimidade à presidência da Câmara de Feira de Santana
Eleições 2026 Quem souber morre: sucessão estadual e duelo pela Presidência chegam à reta final 100% indefinidas
Indeferimento Justiça mantém indeferimento da candidatura de Binho Galinha; defesa vai recorrer ao TSE 
Mín. 19° Máx. 36°
Mín. 20° Máx. 33°
Parcialmente nubladoMín. 21° Máx. 33°
Chuvas esparsas


