O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já deixou claro que não aceitará a redução de penas como alternativa para a anistia. Ele chegou a ameaçar o relator Paulinho da Força (Solidariedade- SP).
Um conselho de amigo, muito cuidado para você não acabar sendo visto como um colaborador do regime de exceção”, disse o filho de Bolsonaro. Alguém que foi posto pelo Moraes para enterrar a anistia ampla, geral e irrestrita. Pois, assim como está expresso na lei, todo colaborador de um sancionado por violações de direitos humanos é passível das mesmas sanções.
Escolhido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o deputado deixou claro que a relatoria não implicaria em um perdão “amplo, geral ou irrestrito” e sim na redução de penas para os condenados pelos ataques à Praça dos Três Poderes. O parecer é construído junto com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Eduardo classificou o acordo com a Suprema Corte de “indecoroso e infame” e disse que “todo colaborador de um sancionado é passível das mesmas sanções”, ao se referir à inclusão do ministro Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky.
Paulinho da Força também discute o projeto com o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o ex-presidente da Câmara, Aécio Neves (PSDB-MG). Eduardo disse “não confiar” no ex-presidente e que não fará acordo com “quem quer matar o pai”, em referência a Moraes.
Você, Michel Temer e o resto da turma não irão impor na marra o que chamam, cinicamente, de pacificação, que nada mais é do que a manutenção de todos os crimes praticados por Alexandre de Moraes. Chegamos nesse ponto porque vocês nos subestimaram”, disse.
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