O médico ortopedista Rodrigo Matos, novo secretário Municipal de Saúde de Feira de Santana, que é também provedor da Santa Casa de Misericórdia, falou sobre sua carreira. Ele é doutorando em Bioética pela Universidade do Porto e já foi também secretário de Saúde em Alagoinhas, diretor do Hapvida e do Hospital Unimed em Feira de Santana. Ele tem ainda uma formação específica em gestão e se diz um entusiasta da área. “Amo a cidade em que nasci e quero contribuir com o desenvolvimento dela a partir das minhas competências e habilidades. Certamente, iremos atingir os objetivos que Feira de Santana precisa e merece dentro do campo da saúde”, disse.
Rodrigo pretende fortalecer a gestão da SMS. “Saúde a gente faz com uma gestão fortalecida e planejamento para que possamos organizar de forma sistematizada, reduzindo os “apagar de incêndios”. Obviamente saúde é uma área complexa, ainda tem a questão do financiamento, mas a ideia é que, planejando, consigamos fazer mais”.
Fortalecer a atenção primária na saúde é a prioridade, diz Rodrigo. “Não tenho dúvida alguma que a atenção primária, o posto de saúde, é a porta de entrada. Uma atenção qualificada pode reduzir inclusive os internamentos hospitalares que são tão devastadores as vezes para a população e também para o sistema de saúde porque acaba também sendo mais oneroso”.
O médico disse que tem algumas informações de como está a SMS através do grupo de transição e não tem dúvida que é necessário avançar. “Eu não costumo dirigir olhando para o retrovisor. Costumo olhar para frente. Tem muita coisa para ser construída. Agora é pensar no fortalecimento da atenção básica, a rede de urgência e emergência e construir uma saúde com várias mãos. Eu lidero o processo, mas sem dúvida alguma as pessoas se reunirão dentro desse projeto para que possamos entregar uma saúde com mais qualidade, mais acolhedora e mais humanizada”.
Hospital Municipal
Sobre o Hospital Municipal, um projeto ainda em andamento, o médico disse que tem expectativas de implanta-lo. “O prefeito José Ronaldo prometeu isso na campanha e já verbalizou em diversas entrevistas é que ele possa inaugurar esse hospital. O que precisamos nesse hospital é definir um perfil assistencial. E isso se faz a partir de uma análise e um estudo técnico. Precisamos discutir isso com a sociedade, com o Conselho Municipal de Saúde e com os entes públicos”.
O médico lembra que Feira de Santana não é isolada, é polo de uma macrorregião de saúde com 172 municípios. “Esse hospital vai compor uma rede de saúde que é regionalizada. Onde ele vai se inserir nessa rede? É aí que saberemos o perfil”, explica. Ele espera que seja um hospital bonito e que atendas as demandas da população de Feira de Santana.
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