A cesta básica fechou 2023 com custo de R$ 527,35 para o cidadão feirense. Frente ao valor levantado em novembro, o aumento verificado em dezembro foi de 4,86%. No acumulado do ano (jan. a dez.) a elevação da cesta foi de 1,97%, valor inferior ao captado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que fechou o ano de 2023 com alta de 4,72%. Salienta-se também a forte desaceleração do custo da cesta básica em 2023, comparativamente ao registrado no ano de 2022, quando a cesta acumulou um aumento de 10,97%.
Segundo os professores e alunos da UEFS que trabalham no Programa “Conhecendo a Economia Feirense: custo da cesta básica e indicadores socioeconômicos”, à exceção da queda no preço do café (-0,96%), todos os produtos da cesta sofreram aumento nos seus preços médios em dezembro. As maiores elevações foram nos preços médios da banana-prata (19,39%), do feijão (14,96%), do arroz (8,74%) e do açúcar (7,06%).
O almoço convencional do feirense, composto por arroz, feijão, carne e farinha, respondeu por 36,47% do valor da cesta basica em dezembro (em novembro, o percentual calculado também foi bastante próximo (36,84%). Já o custo do café da manhã, constituído de pão, manteiga, café, leite e açúcar, absorveu 35,66% do orçamento com a alimentação básica, participação inferior à do mês de novembro (36,68%). Os itens individuais de maior peso na cesta foram a carne (21,90%), o pão (16,79%) e o tomate (13,93%), enquanto os itens com menor participação foram o açúcar (2,59%), o café (1,76%) e óleo (1,25%).
Quando contraposto ao salário mínimo líquido vigente (salário mínimo descontado a previdência), o valor da cesta básica comprometeu 43,19% do ganho do trabalhador de Feira de Santana em dezembro de 2023. Esse percentual foi 2,0 p.p (pontos percentuais) superior ao mês anterior, quando ficou em 41,19%, condizente com a variação do custo da cesta básica observada no mês. Já em dezembro de 2022, a participaçao da cesta em relação ao salário mínimo foi de 46,13%. Ou seja, apesar da elevação de 1,97% no valor cesta em 2023, o trabalhador que ganhou o piso mínimo nacional despendeu 2,94 p.p (pontos percentuais) a menos de seu rendimento para adquirir os mesmos produtos, representando um ganho de cerca de 6% no poder de compra do salário mínimo em relação ao custo da cesta básica em dezembro 2022.
Quanto ao tempo de trabalho gasto para a compra dos produtos da cesta, constata-se um dispêndio de 95 horas e 01 minutos. Foram 04 horas e 35 minutos a mais de tempo de trabalho gasto para esse fim que o observado no mês de novembro.
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