O Tribunal de Contas da União decidiu, com unanimidade, suspender a compra da ferramenta espiã israelense Pégasus pelo governo Bolsonaro. O Ministério da Justiça tentou adquirir o sistema no início deste ano.
Elaborado pela empresa israelense NSO Group, o programa Pégasus é acusado de ter sido usado para grampear os celulares de, até onde se sabe, 180 alvos importantes ao redor do mundo, incluindo jornalistas, ativistas de direitos humanos e empresários.
O software teria o objetivo de alimentar o Planalto com informações externas, o que funcionaria como uma estrutura paralela de inteligência.
A licitação, apontou o TCU, não foi articulada pelas pastas de inteligência do governo federal, como o GSI e a Abin. Essa foi uma das irregularidades encontradas pelo TCU para suspender a compra.
“Órgãos oficiais de investigação, como o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e a Abin (Agência Brasileira de Informações), não estão envolvidos na fase de planejamento da licitação para as tratativas para a aquisição da ferramenta, nem são destinatários da solução”, alegou a decisão.
O TCU também defendeu que o programa fere os direitos de impessoalidade porque tem o objetivo de atuar com “vigilantismo”, e avaliou que a aquisição pode atuar com o emprego indevido das informações adquiridas.
Fim da escala 6x1 Senado inicia discussão sobre fim da escala 6×1 após 1º turno
Pesquisa Datafolha: Lula tem 48% e Flávio Bolsonaro, 45% no 2º turno
Invasão Homem é preso ao tentar invadir a sede do STF em Brasília
Senado Federal Consulta popular sobre fim das bets no Senado tem 85% de aprovação
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro vence Lula em eventual 2º turno
Decisão TSE mantém veto a posts que ligam Flávio a Nossa Senhora Aparecida 
Mín. 20° Máx. 35°
Mín. 20° Máx. 33°
Chuvas esparsasMín. 20° Máx. 30°
Chuvas esparsas


