O governo federal prepara o lançamento de um banco nacional de celulares roubados e furtados para ampliar o combate a esse tipo de crime no Brasil. A ferramenta, desenvolvida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deve começar a funcionar ainda neste mês e reunirá informações de polícias civis, operadoras de telefonia e sistemas estaduais de segurança em uma única plataforma.
A iniciativa surge em meio ao crescimento dos casos no país. Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registra cerca de 2,5 mil roubos e furtos de celulares por dia.
De acordo com o governo, a base nacional já possui mais de 2,5 milhões de aparelhos cadastrados como roubados, furtados ou extraviados em diferentes estados brasileiros.
A proposta do governo é permitir que todas as unidades federativas consultem, em tempo real, se um celular possui registro de roubo, furto ou alguma irregularidade. O sistema utilizará o número IMEI, código único de identificação dos aparelhos, para rastreamento e verificação das restrições.
Entre as medidas previstas estão:
Além de facilitar a recuperação dos dispositivos, o governo pretende dificultar a revenda de celulares no mercado informal e fortalecer ações de inteligência policial.
O banco nacional foi desenvolvido com base em um modelo implantado no estado do Piauí, considerado referência nacional no combate ao roubo de celulares.
A iniciativa piauiense foi criada durante a gestão de Chico Lucas na segurança pública estadual e utiliza operações de rastreamento via IMEI para localizar aparelhos roubados e identificar receptadores.
O sistema ganhou notoriedade após ações que resultaram na recuperação de milhares de celulares no estado.
O avanço desse tipo de crime também vem impactando diretamente o comportamento dos brasileiros.
Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostrou que 51,2% da população evita utilizar o celular em locais públicos por medo de roubos e furtos.
Especialistas apontam que os smartphones passaram a concentrar informações bancárias, documentos, aplicativos financeiros e dados pessoais, o que tornou os aparelhos ainda mais visados por criminosos.
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