Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2014 e 2023, o câncer de testículo causou 4 mil mortes e levou à realização de 47 mil cirurgias. A maioria dos óbitos ocorreu entre jovens de 20 a 39 anos, reforçando a vulnerabilidade desse grupo.
O principal sinal de alerta é o surgimento de nódulos ou aumento no volume de um dos testículos, geralmente sem dor. Outros sintomas incluem sensação de peso no escroto, dor abdominal ou lombar, desconforto na região e aumento das mamas em casos mais avançados. Apesar de ser altamente curável, com taxas de sucesso acima de 90%, o diagnóstico tardio pode levar à morte, especialmente entre os homens que ignoram os sintomas por medo ou desinformação.
A recomendação dos especialistas é a realização do autoexame testicular mensal, idealmente após o banho quente, quando a pele está relaxada. Caso seja detectada qualquer alteração, é fundamental procurar um urologista. Além do exame físico, o diagnóstico é complementado com ultrassom Doppler e marcadores tumorais no sangue, como AFP, BHCG e DHL, que ajudam na identificação precoce e no monitoramento da doença.
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