O ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Adson Marchesini, fez um discurso forte, nesta segunda-feira (31), lamentando sua exoneração do cargo. Ele questionou sua demissão da função na frente do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), durante a cerimônia de posse do seu sucessor na corporação no Instituto Militar de Ensino Superior de Bombeiros (Imesb), em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador.
“Quando tomei conhecimento que eu fui exonerado, não vou mentir que fiquei muito triste com o senhor. Fiquei, não raiva, porque não tenho essa palavra, mas com aquele sentimento de dor. O que foi que eu errei para ser exonerado do Corpo de Bombeiros? Saí para trabalhar de manhã como sempre fiz, lutando pelos ideais do governo e quando deu 16h, fui chamado para dizer: ‘Você não é mais comandante do Corpo de Bombeiros, amanhã sai sua exoneração’. Com todo sentimento de carinho, de respeito que tenho por você, isso me machucou muito. Eu não dormi naquela noite buscando uma resposta. Não vou mentir ao senhor, aquilo me doeu demais”, afirmou.
O coronel Marchesini estava à frente do Corpo de Bombeiros desde janeiro de 2021. Sua exoneração do cargo foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na terça (25).
O sucessor de Marchesini é o coronel Aloísio Mascarenhas Fernandes. Soteropolitano, o novo comandante ingressou no Curso de Formação de Oficiais da PMBA, no ano de 1991. Em 1997 realizou o Curso de Especialização para Oficiais Bombeiros, na Faculdade de Tecnologia de São Paulo. No ano passado, ele coordenou a tropa do CBMBA que atuou nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. Além disso, foi conselheiro técnico policial da missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (Minustah), coordenador de Planejamento Operacional de Unidades Bombeiro Militar e membro do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Fiocruz-BA.
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