Deputados federais do PSD articulam, nos bastidores, a possibilidade de usar a votação do pacote de corte de gastos como forma de retaliação ao governo Lula e ao PT. A insatisfação ocorre após a sigla, liderada por Gilberto Kassab, ter sido preterida na disputa pela presidência da Câmara.
Parlamentares do partido defendem uma posição contrária ao projeto de ajuste fiscal como resposta ao apoio declarado dos petistas à candidatura de Hugo Motta (Republicanos-PB), em detrimento da candidatura de Antonio Brito (PSD-BA). As informações são do site Metrópoles.
Lideranças do PSD já haviam manifestado, em conversas internas, que a escolha do PT por Hugo Motta poderia abalar a relação entre as legendas. A possível tensão reflete a insatisfação com o que o PSD considera falta de reciprocidade política.
O União Brasil, que também teve sua candidatura representada por Elmar Nascimento (BA) preterida pelo PT, demonstra resistência semelhante em apoiar o governo nos projetos de ajuste fiscal. As movimentações reforçam o clima de disputa no Congresso em meio à discussão de temas econômicos sensíveis.
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