O cuidado com o planeta e a busca pela sustentabilidade é um assunto urgente e que irá impactar as futuras gerações. Comprometida com essa mudança, as Indústrias Raymundo da Fonte, dona de marcas como Brilux, Even e Minhoto, incentivou a retirada do equivalente a 22% das suas embalagens plásticas no último ano, o que significa a reciclagem de 1800 toneladas do material.
A iniciativa, em parceria com o projeto EuReciclo, tem caráter socioambiental e colabora para geração de renda através do que seria considerado lixo. Neste período, a empresa repassou mais de R$175 mil para cooperativas de onze estados brasileiros, entre eles Pernambuco, Bahia e Ceará.
“Estamos muito felizes com a parceria com a Eu Reciclo, pois além de nos ajudar a impactar positivamente o meio ambiente, nos conecta a toda uma cadeia produtiva, de cooperativas e catadores, que vive através dessa renda”, comentou Hisbello de Andrade Lima Neto, presidente das Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte.
As embalagens dos produtos fabricados pela indústria estampam o selo “EuReciclo”, que indica ao consumidor o engajamento com a atividade sustentável. Através da parceria, a Raymundo da Fonte incentiva a atividade das cooperativas para realização da coleta, triagem e destinação de material plástico equivalente às embalagens produzidas.
Sobre a Indústria Raymundo da Fonte
O grupo pernambucano Raymundo da Fonte tem 73 anos de história e é referência na fabricação de produtos de limpeza e higiene pessoal. A indústria possui fábricas em Salvador (BA), Horizonte (CE), Belém (PA) e Rio de Janeiro (RJ). A matriz fica na cidade de Paulista, em Pernambuco. A Raymundo da Fonte possui um portfólio variado de produtos, composto por marcas líderes do mercado. Além da Brilux, principal marca do grupo, a indústria possui mais de 350 produtos de limpeza, higiene pessoal, condimentos e inseticidas, que, desde 1946, fazem parte da família do brasileiro.
Sobre o selo EuReciclo
Criado pela startup New Hope Ecotech, o selo EuReciclo garante que empresas fabricantes de bens de consumo contribuam para a reciclagem das embalagens colocadas no mercado para o cumprimento das metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O projeto faz uma ponte entre as cooperativas de reciclagem e as empresas, calculando o passivo ambiental com base na quantidade de plástico, vidro, papel ou metal gerada com a venda de produtos. Com base nesse valor, as marcas pagam às cooperativas para realizarem o serviço ambiental de forma proporcional à quantidade de embalagens que vendem.
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