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Saúde Mpox

Sesab reclassifica caso antes notificado como Mpox após nova análise

Segundo a pasta, apenas 1 caso segue confirmado no estado. Outras cinco ocorrências foram descartadas.

21/02/2026 08h49
Por: Karoliny Dias Fonte: g1 Bahia
Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde. — Foto: NIAID
Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde. — Foto: NIAID

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) reclassificou um dos casos antes notificado como Mpox, nesta sexta-feira (20), após nova análise. Segundo a pasta, apenas 1 caso segue confirmado no estado.

O registro descartado nesta sexta-feira é o de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Na verdade, a paciente está com varicela. Outras cinco ocorrências foram descartadas para qualquer doença grave.

O caso que segue confirmado como Mpox foi o registrado em Salvador. O paciente já chegou à capital baiana com sintomas, mas recebeu o diagnóstico após ser atendido em uma unidade de saúde da cidade. Ele é natural de Osasco (SP).

Nenhum dos registros aconteceu durante o carnaval. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de óbito por Mpox na Bahia.

O que é Mpox

A Mpox é uma doença causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. Trata-se de um vírus transmitido, principalmente, pelo contato direto com a pele de uma pessoa infectada, especialmente quando há feridas.

Mas também é possível contrair a doença em contato com secreções e compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.

Os principais sintomas da doença são:

- febre;

- dores de cabeça e musculares;

- sensação de fraqueza;

- inflamações nos nódulos linfáticos;

- lesões na pele que começam no rosto e se espalham pelo corpo, atingindo principalmente as mãos e os pés.

O tratamento é baseado em medidas para aliviar os sintomas e prevenir complicações. Até o momento, não há nenhum medicamento específico aprovado para a doença.

A pessoa precisa ficar isolada até que as feridas cicatrizem, o que pode levar de duas a quatro semanas.

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