Ontem (22), em conversa com a imprensa, o senador Otto Alencar, presidente do PSD na Bahia, não descartou disputar a presidência do Senado Federal no início de 2025. “Por enquanto, não há candidatura postas. O que tem é uma especulação sobre [Davi] Alcolumbre", iniciou.
"Meu nome é muito lembrado, mas, para oficializar, eu preciso discutir internamente no PSD e construir com outros partidos. Não comecei o movimento, pois é extemporâneo fazer agora. É o que eu digo sempre: na política, qualquer decisão deve ser tomada quando o momento exige”, continuou Otto.
Na ocasião, Otto defendeu a candidatura de Antônio Brito, seu correligionário, à presidência da Câmara dos Deputados, afirmando que ele possui todos os requisitos para o cargo.
“Antônio Brito é o candidato com meu apoio, do grupo. Ele é um candidato bom do ponto vista da experiência intelectual e moral. Ele reúne todas as condições”, afirmou Otto.
Brito terá pela frente outro baiano na disputa: O deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), que, recentemente, se tornou o novo líder do principal bloco da Casa, formado por oito partidos e 161 deputados. Elmar, vale lembrar, é considerado o candidato mais próximo ao atual presidente da Câmara, Arthur Lira (PP).
Além de Brito e Elmar, também estão na corrida como potenciais favoritos os deputados Marcos Pereira (Republicanos) e Marcel Van Hattem (Novo), que também demonstrou interesse em substituir Lira.
Ao ser perguntado se Antônio Brito receberá o apoio do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na Câmara, Otto respondeu: “Essa eleição da Casa Legislativa, normalmente, o governador e presidente não interferem. É uma decisão interna, neste caso, dos senadores e deputados”.
Quando questionado sobre a eleição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), prevista para fevereiro do próximo ano, o presidente do PSD na Bahia repetiu a resposta anterior: “A mesma coisa, quem decide são os deputados".
"Hoje, na minha opinião, não há como não dizer que Adolfo Menezes é o franco favorito, diferente da situação na Câmara, onde a eleição é mais disputada. No Senado, ainda há uma interrogação”, complementou Otto Alencar.
O senador Otto Alencar também abordou a crise gerada após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, suspender o pagamento das emendas, alegando falta de transparência.
“A primeira decisão, Flavio Dino foi dentro do padrão. A segunda, quando entra nas emendas impositivas, ele extrapola um pouco. Teve a reunião entre os poderes, vai ajustar. Não tem como continuar em um estado de beligerância. Temos que encontrar uma saída”, completou o presidente do PSD baiano.
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