A Polícia Civil da Bahia (PCBA) celebra, neste mês de julho, um ano de uma reestruturação que adequou a instituição à atual realidade e necessidades do setor de segurança pública. A criação de novos departamentos e coordenações foi fundamental para a conquista de resultados que superaram as melhores expectativas, com desempenho de excelência tanto nas atividades operacionais como administrativas, a partir dos investimentos em inovação e tecnologia. E os números neste primeiro semestre de 2024 comprovam a assertividade desta nova configuração.
No total, foram 81 operações, entre janeiro e junho, que resultaram em 1.688 prisões, além do cumprimento de 3.753 mandados de prisão, o que corresponde a um aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado. Sessenta e uma lideranças do crime organizado foram presas na Bahia em 2024, sendo que 41% dessas ações tiveram participação direta da PCBA. Dos 12 criminosos presos que integram o Baralho do Crime, nove foram capturados por investigadores da Polícia Civil. Melhor: mais de R$ 620 mil de ativos foram recuperados.
Neste mesmo período as Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher, em todo o estado da Bahia, registraram 748 prisões em flagrante e cumpriram 96 mandados de prisão preventiva. Ao mesmo tempo foram remetidos mais de cinco mil inquéritos à Justiça, mesmo número de medidas protetivas requisitadas. Cinco autores de feminicídio, de um total de seis casos registrados no primeiro semestre deste ano, foram identificados e presos.
“Há um ano, falávamos dos novos conceitos e estratégias que permeavam uma nova fase desta instituição bicentenária. Hoje estamos colhendo os frutos do trabalho e da entrega de todos que integram a corporação”, comemora a delegada-geral, Heloísa Brito.
Os Departamentos Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), Especializado de Investigações Criminais (Deic), e de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), foram criados nesta nova estrutura, assim como a Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core). A Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter) manteve mesmo nome.
Em termos operacionais, há destaque, também, para a Coordenação de Operações de Polícia Judiciária (COPJ), e a Coordenação de Conflitos Fundiários (CCF). Já entre os órgãos de suporte operacional e administrativo estão o Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal (Ispe), o Departamento de Gestão Tecnológica, Telecomunicações e Inovação (DTIT), e o Departamento de Gestão de Pessoas, Saúde e Valorização Profissional da Polícia Civil (DPSV).
O Departamento de Planejamento, Administração e Finanças (Depaf) ganhou como aliado o Departamento de Infraestrutura e Logística (Dilog) e, ainda na seara administrativa, foi instituída a Coordenação de Controle Interno (CCI).
Prisões Quem são os quatro influenciadores presos por suspeita de esquema ilegal de apostas na Bahia
Feira de Santana PC apura suposta lista de colegas “estupráveis” feita por estudantes
Fuga Agente da PRF é presa na Bahia suspeita de fugir com o próprio filho após Justiça conceder guarda para pai
Polícia Grupo suspeito de extorsão, homicídios e tráfico é alvo de operação em Salvador
Corrupção Operação Faroeste: STJ reconhece prescrição e extingue acusação de corrupção contra ex-presidente do TJBA
Violência Santa Bárbara completa mais de seis meses sem registros de homicídios 
Mín. 19° Máx. 35°
Mín. 19° Máx. 35°
Tempo limpoMín. 18° Máx. 35°
Parcialmente nublado


