O deputado estadual pelo PT, Robinson Almeida, falou sobre a questão da Coelba, que tem uma concessão pública sobre a energia da Bahia pelo período de 30 anos e pode ser renovado automaticamente, mas ele está atento. Isso porque a Coelba não tem prestado um bom serviço no Estado da Bahia. Para ele, a Coelba não tem o direito de continuar por mais 30 anos maltratando o povo baiano. “Eu creio que todos os indicadores, de tudo que a Coelba tem feito de forma inadequada levará para tenhamos uma nova licitação para que outras empresas apareçam para fazer uma concorrência saudável e o povo baiano não ficar desassistido nesse serviço fundamental que é a prestação de energia elétrica”, disse.
Na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado disse que convidou o presidente da Neoenergia para que ele fosse dar explicações. “Mas ele parece aquele jogador que não faz nada durante 90 minutos e na prorrogação começa a correr para ver se renova o contrato. É a Coelba querendo anunciar, no apagar das luzes, o investimento para resolver os problemas que há 27 anos não resolve. Nós estaremos atentos, fiscalizando para que o povo da Bahia possa ter o seu direito assegurado de energia, com qualidade e quantidade, em suas residências, nas suas indústrias e no seu local de serviço, porque isso é fundamental”, garantiu.
Segundo Robinson, atendimento que não tem sido dado de forma adequada ao baiano se deve porque o monopólio privado se demonstrou ineficaz, já que a empresa fica numa zona de conforto. “Infelizmente, a agência de regulação, que é a Neo, não faz o dever de casa, porque tem que fiscalizar todas as concessionárias do Brasil. Em São Paulo, há dois meses houve um apagão com as chuvas e essas empresas ficam lucrando. O Grupo Neoenergia teve R$ 5 bilhões de lucro no ano. Estão sentados numa montanha de dinheiro e não conseguem honrar o contrato e prestar um serviço de qualidade”, lamenta.
Ele destaca que na região oeste tem o colapso de desenvolvimento porque não tem energia para novos investimentos e o consumidor tem poucas lojas da Coelba para reclamar. “Em Feira de Santana, o setor da Constituição Civil que não pode fazer novos empreendimentos porque não tem oferta de energia elétrica e a empresa deitada em berço esplêndido sem resolver os problemas do nosso povo”, reclamou.
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