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Bahia Investimentos

Fabíola Mansur fala sobre o trabalho do seu mandato para a cidade de Cachoeira

Deputada estadual disse que tem buscado benefícios para a cidade.

10/05/2022 12h10
Por: Karoliny Dias Fonte: Boca de Forno News
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A deputado estadual Fabíola Mansur (PSB) falou sobre sua atuação no estado da Bahia, principalmente no município de Cachoeira. Ela disse que pela cidade conseguiu, com uma articulação junto ao Governo do Estado e a direção da Santa Casa de Cachoeira, levar para a cidade os leitos de UTI para Covid que serviram não apenas para a cidade, como também a todo o recôncavo.

Ela conseguiu ainda o CRAM, Centro de Referência para a Mulher, importante ferramenta vinda de sua emenda parlamentar para o enfrentando da violência contra a mulher. Foi feito ainda, através de um convênio com o Governo do Estado, mais de R$ 1 milhão para a pavimentação de ruas da cidade. “Essas ruas foram licitadas em convênio com a CONDER e a ordem de serviço assinada nessa semana”, diz.

Nesta segunda-feira (9), foi assinado um convênio para a reforma do Campo da Manga, pedido pela prefeita Eliana Gonzaga (Republicanos). “Essa reforma ajudará no desenvolvimento do esporte no município”. Ela disse ainda que solicitará o apoio da Bahiatursa para o São João da cidade.

Ela pediu ainda equipamentos de saúde para a cidade e ajudou com o convênio entre as Guardas Municipais de Salvador, Cachoeira e Cruz das Almas. “A primeira turma de capacitação da Guarda saiu das cidades de Cachoeira e Cruz. Isso é muito importante porque serão servidores públicos, técnicos em segurança, que ajudarão a prestar um serviço de cuidado com o patrimônio e orientação a população”.

Houve ainda a indicação da Defensoria Pública para a cidade, além de outras ações que apoia que lutam contra a violência contra a mulher. “São tantas ações que geram até ciúmes em outras Prefeituras. Indico ainda obras em Maragogipe, São Félix e Muritiba. Represento firmemente Cachoeira entregando várias obras junto com a prefeita. Mais coisas ainda virão”.

CRAM

O CRAM tem trabalhado desde março. Os serviços tem sido divulgados inclusive em escolas da cidade para que as pessoas tomem conhecimento do que se oferece no local através de palestras. “Não é apenas um equipamento que recebe mulheres. É também aquele que vai até as mulheres. Esse serviço só tende a crescer”.

Ele atende não apenas a cidade de Cachoeira, mas a todas as mulheres de recôncavo que sofrem com a violência podem usar o equipamento.

A cultura pós-pandemia

Fabíola faz parte da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. Ela ressalta que o São João não é apenas a festa, mas ajuda na geração de emprego e renda para inúmeras pessoas que vivem da venda de quitutes, costura de roupas típicas, dos músicos e das pessoas dos setores de evento.

“Vemos com muita felicidade a possibilidade da retomada de se fazer o São João, mas com toda a parcimônia que devemos ter em relação a investimento. Cultura é prioridade porque faz parte do ciclo de economia criativa. E Cachoeira é muito forte em sua cultura e no turismo”.

Para Fabíola, é preciso estimular ainda mais a rota de Cachoeira como um dos rumos turísticos do estado mostrando suas comunidades rurais, quilombolas e suas festas tradicionais, além do São João. “Esperamos que todos tomem a sua vacina. Muitas pessoas ainda não tomaram a sua terceira dose, existem idosos que podem tomar a quarta dose até que esse vírus fique sensível a imunização. Esperamos ter um São João glorioso. A expectativa é alta”.

Morte de policiais baianos

A deputado enviou a sua solidariedade as famílias dos policiais que foram assassinados neste final de semana em Salvador. Ela ressaltou que a violência tem aumentado em todo o país. “São desafios que, se for fazer um debate honesto, precisa de um regime de colaboração entre municípios e Estado e da firmeza do governador, que vem fazendo investimentos fortes em equipamentos de segurança e contratação de policiais civis e militares.

“Precisamos também do apoio do Governo Federal. Infelizmente, com essa política do armamento indiscriminado, não tem ajudado. Uma arma precisa de apenas 24 horas para que esteja no mercado paralelo, dizem as estatísticas. Ao invés de se armar de livros, educação e cultura, é um Governo Federal que estimula o ódio, a intolerância e quer armar o povo. Por isso virou um caos”.

Somado a isso, ressalta Fabíola, está o aumento da fome, da inflação, do desemprego, que são fatores que elevam os índices de violência urbano aos patamares de antes da pandemia. “É preciso fazer o controle das fronteiras, das armas porque estados e municípios não podem fazer sozinhos o trabalho de coibir a violência. Lamento a morte desses policiais. Os culpados alguns foram presos e outros mortos. As polícias estão tentando fazer o seu trabalho, mas não tem solução simples e nem simplistas, como aqueles que tentam culpar um lado ou outro pela insegurança. Precisamos enfrentar esse problema de forma séria e colaborativa para superar os desafios”, explica.

Fabíola acredita que é preciso não apenas aumentar as ações ostensivas e repressivas, como também aumentar os investimentos em educação pública de qualidade e geração de emprego para juventude. “Segurança pública é sempre um investimento importante e permanentes que os governos tem que fazer”, finalizou.

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