O Senado aprovou, na noite da última quarta-feira, 4, o projeto que viabiliza o pagamento do Auxílio Brasil com o valor mínimo de R$ 400, em um pagamento permanente e não apenas no ano de 2022, como concretizado inicialmente. A previsão foi incorporada pela Câmara dos Deputados e agora e agora segue para sanção presidencial.
Inicialmente, a proposta do governo federal previa esse piso somente até dezembro de 2022, mas o substitutivo aprovado institui o “benefício extraordinário”, uma espécie de complemento ao valor do Auxílio Brasil de forma permanente. Sem o benefício extraordinário para completar o valor mínimo de R$ 400, o Auxílio Brasil teria um tíquete médio de R$ 224.
Por vir de uma MP, o benefício já estava sendo aplicado desde sua edição, em dezembro. A MP também previa, originalmente, o pagamento de R$ 400 apenas em 2022. Depois disso, o valor voltaria para R$ 224.
A estimativa é que o governo precise desembolsar R$ 41 bilhões por ano para bancar o complemento do benefício. Só com o volume regular do Auxílio Brasil, o governo gasta cerca de R$ 47,5 bilhões anuais.
O benefício extraordinário será calculado a partir da soma dos benefícios financeiros do Auxílio Brasil para famílias em situação de pobreza ou de extrema pobreza.
IPVA IPVA não é obrigatório para todos; saiba quem pode deixar de pagar
Medida Provisória Presidente libera recursos do FGTS para hospitais filantrópicos
Decisão Ignorando Dino, TJ-DFT dá aumento de 80% a penduricalho de juízes
Passagens Passagens internacionais para a Bahia crescem mais de 40% no Carnaval e superam média nacional
Redes sociais Redes sociais concentram 78% das fraudes digitais no Brasil em 2025, aponta Serasa
Relações de trabalho PGR defende legalidade da pejotização e competência da Justiça comum para analisar contratos 
Mín. 22° Máx. 33°
Mín. 22° Máx. 35°
Chuvas esparsasMín. 22° Máx. 36°
Tempo nublado



