O coordenador da policlínica do Tomba, José Leal, falou sobre a situação da unidade nesta quarta-feira (2). Ele afirmou que ela está cheia, mas não procede a informação de que a policlínica tem atendido apenas pacientes que chegam através do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). “Ao contrário. Por conta da superlotação não estamos recebendo pacientes graves vindos no SAMU. Para se ter uma ideia, eu tenho oito pacientes internados aguardando regulação. O atendimento de rotina está sendo de forma normal, mas só colocamos pacientes para dentro quando saem outros. Se saírem cinco, colocamos cinco para dentro”, explicou.
Para as pessoas que chegam com suspeita de Covid-19 na unidade, como há um laboratório no local, Leal disse que fica mais fácil de detectar os casos e separá-los. “Mas testamos todos que saem da unidade. Para se ter uma ideia, no internamento, temos três casos positivos que estão aguardando regulação. A maioria dos nossos testes estão positivando. Cerca de 90% dos testes dão positivo”, disse.
A demanda da unidade é alta e a proximidade com a UPA do Clériston Andrade o prejudica porque quando ela fecha, os pacientes vão para a policlínica. “Eu tenho paciente aqui que veio de Conceição da Feira que está aqui internado aguardando regulação. Essa proximidade superlota, nos atrapalha. É uma média de 400 pacientes atendidos por dia com dois médicos, sem falar dos casos de Covid-19 entre os profissionais que também adoecem”.
São ao todos 16 profissionais da unidade que já testaram positivo para a doença, com a variante ômicron e foram afastados. Conforme Leal, são três enfermeiros, quatro técnicos de enfermagem, dois médicos por plantão na unidade. “Temos ao todo 117 colaboradores que trabalham conosco”.
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