Jornalistas e repórteres cinematográficos de duas emissoras de televisão tiveram equipamentos quebrados por suspeitos de tráfico de drogas, durante a cobertura de um assassinato no bairro de Águas Claras. O caso aconteceu na manhã desta terça-feira (1º).
O crime ocorreu na Rua Santa Tereza, perto da localidade conhecida como Estrada do Matadouro, por volta das 9h.
Após o crime, equipes das emissoras de televisão estiveram no local para fazer cobertura da situação. Os suspeitos então chegaram armados e tomaram os materiais de trabalho das equipes, como câmeras e microfones. Os equipamentos foram quebrados e devolvidos aos jornalistas.
Depois disso, os criminosos pediram para que as equipes saíssem do local, e que não reportassem o que aconteceu.
Após o fato, a Band, divulgou uma nota de repúdio e informou que o cinegrafista foi agredido com coronhadas e precisou de atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) também se manifestou.
Nota da Bandeirantes
"A Band Bahia repudia veementemente as agressões sofridas pelas equipes de reportagem do programa Brasil Urgente local e da TV Aratu na manhã de hoje (01/02). As equipes estavam na rua Santa Teresa, no bairro de Águas Claras cumprindo seu papel de bem informar, quando foram recebidas a tiros e tiveram seu equipamento danificado por bandidos. O cinegrafista Jefferson Alves foi agredido com coronhadas, foi encaminhado para uma UPA, mas passa bem".
Nota da ABI
"A crescente ostentação da violência resultante das disputas entre organizações criminosas alvejou a imprensa, enquanto instituição fundante da sociedade civilizada com a qual estamos eticamente comprometidos. Os profissionais das tvs Bandeirantes e Aratu agredidos e ameaçados por marginais no bairro de Águas Claras, em Salvador, representam toda a imprensa baiana e a estes colegas e suas emissoras, prestamos a mais irrestrita solidariedade. Somente quem não aceita as leis e regras de convivência numa sociedade civilizada e democrática, recusa e agride jornalismo. A resposta a qualquer agressão ao livre exercício da nossa atividade profissional não pode ser outra, senão, mais jornalismo. Mantido o bom senso dos colegas das equipes de reportagem, a melhor resposta é a mais ampla e qualificada cobertura dos fatos violentos que hoje alvejaram a imprensa, mas diariamente ameaçam a todos, jornalistas ou não, dentro e fora da segurança do lar. O imprescindível distanciamento crítico em relação à atuação de órgãos públicos responsáveis pelas políticas de segurança pública não dá margem a qualquer dúvida. O olhar da imprensa pode e deve estar atento ao cumprimento das leis pelos agentes da lei, sem que isso se confunda com qualquer antagonismo: estamos todos do mesmo lado, e do outro lado estão os que escolhem viver à margem das leis e das regras de convivência civilizada. A ABI estará sempre ao lado de quem defende a vida".
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