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Política Eleições 2026

Em Feira de Santana, ACM Neto lança pré-candidatura ao governo, admite erros do passado e apresenta articulação política para 2026

Evento reuniu lideranças estaduais, consolida apoio de Zé Ronaldo, define Zé Cocá como vice e expõe estratégias, alianças e críticas ao governo do Estado.

31/03/2026 10h04 Atualizada há 1 hora atrás
Por: Karoliny Dias Fonte: Boca de Forno News

Foto: Boca de Forno News

A cidade de Feira de Santana foi escolhida como ponto de partida para a pré-campanha de ACM Neto ao Governo da Bahia. O evento, que reuniu lideranças políticas de diversas regiões do estado, marcou não apenas o lançamento simbólico da candidatura, mas também a consolidação de alianças estratégicas e o início de um discurso mais direto de oposição ao atual governo estadual.

Ao justificar a escolha do município, ACM Neto destacou a importância política e econômica da cidade, além da necessidade de interiorizar as ações de governo. “Eu escolhi Feira de Santana mais uma vez pra reforçar a prioridade que nós precisamos dar ao interior da Bahia”, afirmou. Ele ressaltou ainda que o ato simboliza um compromisso com investimentos concretos e com a execução de projetos antigos que, segundo ele, ainda não saíram do papel.

ACM Neto - Foto: Boca de Forno News

O pré-candidato também fez questão de reconhecer publicamente a liderança do prefeito José Ronaldo de Carvalho, apontando-o como peça fundamental na campanha e em um eventual governo. A mobilização política, segundo Neto, foi organizada pelo gestor municipal e contou com a presença de prefeitos, ex-prefeitos e parlamentares de várias partes do estado.

Durante o evento, foi confirmada a composição da chapa majoritária com o prefeito de Jequié, Zé Cocá, como pré-candidato a vice-governador. A escolha, segundo ACM Neto, teve influência direta de José Ronaldo.

O ex-prefeito de Salvador revelou que chegou a convidar Ronaldo para compor a chapa, mas o gestor recusou alegando compromisso com o mandato e com a população de Feira de Santana. “Ele me disse na mesma hora: o melhor nome é Zé Cocá”, relatou Neto, destacando que Ronaldo também atuou no convencimento do prefeito de Jequié para aceitar a posição.

Neto enfatizou que a definição antecipada da chapa, com mais de seis meses de antecedência, representa um aprendizado em relação às eleições anteriores, quando, segundo ele, decisões foram tomadas de forma tardia.

Neto também faloy sobre decisões tomadas no passado e sobre a sua relação com Zé Ronaldo. Ao longo da entrevista, ACM Neto fez uma rara autocrítica ao admitir que errou em eleições passadas ao não escolher José Ronaldo como vice. “Eu assumo inteiramente a responsabilidade por essa decisão”, declarou. Ele afirmou que, à época, fatores políticos influenciaram a escolha, mas reconheceu que Ronaldo teria agregado maior peso eleitoral à chapa.

Apesar disso, Neto reforçou que nunca teve dúvidas sobre o apoio do prefeito de Feira de Santana. “Nunca passou pela minha cabeça que ele não estaria conosco. Temos uma relação histórica, de confiança”, disse, ressaltando que sempre compreendeu o papel institucional de Ronaldo em dialogar com o governo estadual.

Foto: Boca de Forno News

Palanque aberto

Questionado sobre a disputa presidencial, ACM Neto indicou que o grupo pode adotar uma estratégia de palanque aberto na Bahia. Ele citou a relação próxima com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, mas também destacou a posição do PL, presidido por João Roma, que já declarou apoio ao nome de Flávio Bolsonaro. “Tudo vai ser feito dialogando, construindo conjuntamente”, afirmou Neto, sinalizando que a definição ainda passará por negociações internas.

Ausências, articulações e papel de lideranças

A ausência da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, foi explicada por José Ronaldo. Segundo ele, as condições climáticas impediram o voo da gestora, que utilizaria uma aeronave de pequeno porte.

ACM Neto reforçou que Sheila participou recentemente de agendas políticas com ele, incluindo o encontro em Jequié que resultou no convite a Zé Cocá. Outro nome citado foi o de Marcelo Nilo, que, segundo Neto, terá papel estratégico na campanha, atuando na articulação política, nas críticas ao governo e na construção de estratégias eleitorais. Há ainda a possibilidade de participação na suplência ao Senado.

Críticas ao Governo do Estado

O pré-candidato fez duras críticas ao governo do Estado, comandado por Jerônimo Rodrigues, afirmando que obras têm sido anunciadas apenas em período eleitoral. “Pena que só acontecem na véspera da eleição”, disse.

Ele garantiu que, se eleito, dará continuidade às obras iniciadas e afirmou que pretende apresentar propostas concretas para áreas consideradas prioritárias, como segurança pública, saúde e educação.

Ao citar sua experiência como prefeito de Salvador, Neto afirmou que pretende repetir no estado o modelo de gestão que, segundo ele, levou a capital a alcançar altos índices de aprovação.

Interior e Recôncavo como prioridades

ACM Neto também destacou sua relação com o interior e, em especial, com cidades do Recôncavo Baiano, como Cachoeira, São Félix, Governador Mangabeira e Santo Amaro.

Segundo ele, sua trajetória política inclui votações expressivas na região e um acompanhamento constante da dinâmica política local. “Vamos trabalhar pelos 417 municípios indistintamente”, afirmou.

Zé Ronaldo reforça apoio

Zé Ronaldo - Foto: Boca de Forno News

O prefeito José Ronaldo confirmou apoio integral à chapa liderada por ACM Neto e elogiou a composição formada. “Vejo uma chapa grandiosa”, declarou. Ele afirmou que participará ativamente da campanha, com presença em eventos como caminhadas, carreatas e reuniões políticas, respeitando as decisões individuais de eleitores e lideranças. Ele confirmou ainda a sua participação da escolha de Zé Cocá, Ronaldo disse que sempre o entendeu como um bom nome.

Sobre as eleições proporcionais, Ronaldo evitou escolher entre Pablo Roberto e Zé Chico, afirmando que ambos são aliados e terão seu apoio, dependendo da decisão de candidatura de cada um.  “Conversei com eles juntos e também separadamente. Os dois terão o meu apoio se forem candidatos. Não posso separar apenas um. São duas pessoas importantes dentro do processo político de Feira de Santana e eu respeito e tenho boa relação com os dois. Já conversamos muito sobre isso. Depende apenas deles”, disse.

Apesar do envolvimento político, o prefeito sinalizou cautela quanto ao futuro. “Vou concluir meu mandato. O futuro a Deus pertence”, disse, reforçando o compromisso com a gestão municipal.

Ele também garantiu que manterá uma relação institucional respeitosa com o governador Jerônimo Rodrigues. "Se depender de mim continuará sendo uma relação de respeito. No que depender de Zé Ronaldo sempre o tratarei com todo respeito", afirmou.

Zé Cocá

Zé Cocá - Foto: Boca de Forno News

O pré-candidato a vice-governador da Bahia, Zé Cocá, afirmou que recebeu com “orgulho” o convite para compor a chapa liderada por ACM Neto, destacando que a escolha foi fruto de confiança política e reconhecimento dentro do grupo. “Recebi o convite com muito orgulho. Não é para qualquer um. Ser lembrado por um grupo político altamente competitivo já é muita coisa”, declarou. Cocá também agradeceu o apoio de lideranças como o prefeito José Ronaldo de Carvalho, o senador Ângelo Coronel e demais aliados, além de mencionar sua fé como base para o momento político que vive.

Segundo ele, a decisão de integrar a chapa de ACM Neto foi motivada por afinidade com o projeto de governo apresentado. O gestor ressaltou que enxerga na política um instrumento de transformação social e afirmou que encontrou no pré-candidato ao governo propostas concretas para áreas sensíveis da administração pública. “Eu não faço política só por fazer. Política para mim é meio de transformação. Quando conversei com Neto, vi determinação, vontade e projeto de governo, especialmente para áreas como segurança, saúde e educação”, pontuou. Ele destacou ainda a preocupação com deficiências no ensino básico e a necessidade de melhorar a gestão pública.

Zé Cocá também afirmou que foi convidado para exercer um papel ativo em um eventual governo, indo além da função institucional de vice. “Ele deixou claro que não quer um vice apenas para cumprir formalidade, mas alguém que ajude a governar e a trabalhar pelo desenvolvimento da Bahia”, disse.

Reeleito prefeito de Jequié com mais de 90% dos votos válidos, Cocá afirmou que a população recebeu de forma positiva sua decisão de integrar a chapa estadual. Segundo ele, pesquisas internas indicaram apoio superior a 70% à escolha. “A população entendeu que Jequié pode crescer muito com essa decisão”, afirmou. Ele destacou ainda que o nome de ACM Neto apresenta melhor desempenho em avaliações locais em comparação com outras possíveis composições políticas, o que teria contribuído para a aceitação popular.

Sobre a administração municipal, Cocá afirmou que deixará a cidade estruturada, destacando avanços na gestão fiscal e investimentos realizados. Ele citou que Jequié tem apresentado superávit e se consolidado como uma das cidades que mais investem proporcionalmente no estado.

O prefeito também mencionou o nome de Flavinho como seu sucessor, destacando confiança na continuidade do trabalho. “Jequié está em boas mãos. Ele está preparado e conhece a máquina pública”, afirmou.

Zé Cocá também rebateu críticas feitas pelo ministro Rui Costa, que teria questionado sua decisão política. O pré-candidato negou qualquer compromisso prévio com o grupo governista e afirmou que as declarações não condizem com a realidade. “Eu nunca fiz compromisso com ele. Acho que ele perdeu a oportunidade de ficar calado”, disse.

Cocá contestou ainda a afirmação de que teria sido impulsionado politicamente pelo grupo adversário, afirmando que não recebeu apoio em eleições anteriores. Segundo ele, sua trajetória política foi construída de forma independente, com base no apoio popular. “Eles apoiaram outros candidatos na minha região, não me apoiaram. Então isso não é verdade”, declarou.

O pré-candidato concluiu reforçando que sua decisão foi pautada por convicção política e pela busca de um projeto que, segundo ele, tenha condições de promover mudanças estruturais na Bahia.

Foto: Boca de Forno News

Coronel fala em traição

O senador Ângelo Coronel afirmou que pretende adotar um tom firme, mas equilibrado, durante a campanha eleitoral, ao comentar o cenário político atual e sua mudança de posicionamento após deixar a base governista. Segundo ele, o ambiente ideal seria de uma disputa limpa, mas ressaltou que eventuais ataques não ficarão sem resposta. “Eu espero que seja uma campanha de paz, uma campanha positiva, sem agressões, mas se vier, nós temos que responder à altura”, declarou.

Coronel também criticou o que classificou como mudança de comportamento de adversários em relação ao nome de Zé Cocá, apontando incoerência nas avaliações políticas. Para o senador, esse tipo de postura não contribui para o debate democrático. “Isso não é de quem quer fazer política limpa, é de quem está jogando rasteira”, afirmou.

Ao abordar sua saída do grupo político ligado ao governo do Estado, Coronel voltou a falar em “traição”. Ele relatou que tinha direito à reeleição dentro de uma chapa, mas foi retirado de forma inesperada. “Eu fui retirado sumariamente. Isso foi quase uma cassação de mandato, uma cassação do meu nome”, disse, acrescentando que considera o episódio superado, embora reconheça seu impacto político.

Apesar disso, o senador destacou que já se adaptou ao novo grupo liderado por ACM Neto, ressaltando relações pessoais construídas ao longo dos anos. Ele mencionou, inclusive, sua amizade com lideranças políticas, mesmo quando estavam em campos opostos, como fator que facilita sua integração no novo cenário.

Coronel também rebateu críticas sobre sua mudança de lado, afirmando que o eleitor está mais informado e acompanha de perto os acontecimentos políticos. “Hoje, com rede social, com WhatsApp, ninguém fica sem saber das coisas. O eleitor sabe o que aconteceu”, pontuou. Ele ainda reforçou que acredita no julgamento popular diante do que chamou de injustiça sofrida. “Quem trai não merece o respeito do eleitor”, completou.

Sobre seu desempenho nas pesquisas, o senador avaliou de forma positiva os números que o colocam próximo de Jaques Wagner. Segundo ele, sua estratégia política é baseada em articulação com prefeitos e vereadores, o que ainda não estaria plenamente refletido nos levantamentos. “Minha política é de estrutura. Esse time ainda não entrou em campo”, afirmou, indicando que a campanha deve ganhar força nos próximos meses.

O parlamentar também comentou sua ausência no lançamento da candidatura de Jerônimo Rodrigues, negando que estivesse indeciso naquele momento. Para ele, havia desconfiança generalizada sobre a viabilidade da candidatura. “Quem é que não tinha desconfiança? Não era só eu”, disse, citando inclusive a percepção de diversos setores da sociedade.

Foto: Boca de Forno News

Em relação ao senador Otto Alencar, presidente do PSD, Coronel afirmou que não houve esforço para mantê-lo na chapa governista. Segundo ele, a decisão de sua exclusão teria seguido orientação de Jaques Wagner, a quem também acusou de retaliação política. “Ele achava que eu ia abaixar a cabeça, mas apostou errado”, declarou.

Ao analisar o cenário do grupo governista, Coronel apontou falta de confiança interna como fator para dificuldades na definição da chapa, especialmente na escolha do candidato a vice. “Se tivesse confiança, tinha fila de gente querendo ser vice. Não está tendo”, avaliou.

Para o senador, esse cenário reflete um desgaste após anos de permanência no poder. Ele destacou que o grupo político ligado ao PT está há cerca de duas décadas à frente do governo estadual. “É natural que o povo queira mudança. Ninguém é eterno na política”, afirmou.

No campo nacional, Coronel evitou cravar apoio a um nome específico para a Presidência da República. Ele citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o senador Flávio Bolsonaro, mas destacou que o voto para presidente é individual. “Nem pai manda em filho para votar em presidente”, disse, acrescentando que fará sua escolha no momento oportuno.

Por fim, o senador revelou que chegou a ser convidado para compor como vice uma chapa adversária, mas recusou a proposta. Segundo ele, abrir mão de uma possível reeleição para assumir o cargo não seria viável. “Não topamos. Eu tinha o direito de disputar a reeleição”.

Confiança de João Roma

O pré-candidato ao Senado Federal João Roma classificou como um “momento histórico” o pré-lançamento da chapa liderada por ACM Neto, realizado em Feira de Santana. Segundo ele, o evento simboliza o início de um novo ciclo político na Bahia e reúne lideranças que defendem uma mudança de rumo no estado.

Roma destacou a importância de Feira de Santana no cenário regional, ressaltando que se trata da maior cidade do interior do Nordeste, além de elogiar a participação do prefeito José Ronaldo de Carvalho, cujo discurso, segundo ele, emocionou os presentes. Para o pré-candidato, o encontro demonstra força política e engajamento em torno de um projeto alternativo ao atual governo.

Em sua avaliação, o cenário político baiano vive um momento de insatisfação popular após cerca de duas décadas de gestão do PT. Roma criticou a condução administrativa do estado, afirmando que promessas não foram cumpridas e que houve agravamento de problemas como a violência. “A situação da segurança já ultrapassou a capital e chegou às pequenas cidades, com facções criminosas tirando a tranquilidade das famílias”, afirmou.

Ele também ressaltou a importância da composição da chapa, especialmente com a escolha do prefeito de Jequié, Zé Cocá, como pré-candidato a vice-governador. Segundo Roma, a expressiva votação obtida por Cocá, superior a 90%, demonstra sua força política e contribui para fortalecer o grupo. “Ele chega para somar e ajudar a construir uma chapa vencedora”, disse.

No cenário nacional, Roma comentou a definição do nome de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Ele explicou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, optou por disputar a reeleição, abrindo espaço para a candidatura de Bolsonaro.

O pré-candidato elogiou o perfil de Flávio Bolsonaro, destacando sua capacidade de articulação política, crescimento nas pesquisas e redução da rejeição. “Ele tem uma linguagem serena, é um bom articulador e compreende as diferentes realidades do Brasil”, pontuou.

Roma concluiu afirmando que o momento exige mobilização política e participação da população na definição dos rumos do estado e do país. Para ele, a eleição será decisiva para promover mudanças estruturais na Bahia.

Zé Chico

O presidente do União Brasil em Feira de Santana, Zé Chico, avaliou como “fantástico” o pré-lançamento da candidatura de ACM Neto ao Governo do Estado, destacando a união de importantes lideranças políticas no evento.

Segundo ele, a presença de nomes como Ângelo Coronel, José Ronaldo de Carvalho e João Roma fortalece o grupo e demonstra organização política. “É fantástico reunir todas essas lideranças no mesmo momento. Isso é muito importante, principalmente para Feira de Santana”, afirmou.

Zé Chico ressaltou ainda o papel de liderança de José Ronaldo, a quem comparou a um “técnico” responsável por orientar o grupo político. “Zé Ronaldo é o nosso técnico, é o nosso Ancelotti. Tenho certeza que a orientação dele será fundamental para a chapa e também para as candidaturas proporcionais”, disse.

O dirigente partidário demonstrou confiança no desempenho do grupo nas eleições e afirmou acreditar na vitória de ACM Neto ao Governo da Bahia. Ele também destacou que a mobilização não se limita à Feira de Santana, mas se estende a todo o estado.

Sobre sua pré-candidatura a deputado federal, Zé Chico afirmou que vem construindo sua trajetória com diálogo e presença nas comunidades. Segundo ele, o trabalho começou ainda no início do ano, com visitas não apenas em Feira, mas também em diversos municípios da região.

“Nós passamos um bom tempo ouvindo as pessoas, conversando com lideranças e percorrendo a região. Tenho certeza que Feira de Santana vai olhar para um feirense, para alguém que quer representar a cidade”, afirmou.

Ele também relembrou sua experiência política anterior, destacando que já foi suplente do senador João Durval e participou de outras campanhas. Agora, segundo ele, o objetivo é consolidar uma vaga em Brasília para defender os interesses da Bahia, especialmente do semiárido e de Feira de Santana.

Por fim, Zé Chico afirmou que pretende conciliar sua campanha proporcional com a participação ativa na campanha majoritária de ACM Neto. Ele destacou que o trabalho será integrado com os demais nomes da chapa, incluindo João Roma e Ângelo Coronel.

“Nós vamos montar essa estrutura em toda a Bahia. Já estamos percorrendo cidades, conversando com as pessoas, principalmente aqui na microrregião de Feira. A campanha será construída com união e muito trabalho”, concluiu.

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