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Polícia Apreensões

Em 11 meses, mais de 300 celulares são retirados de presídios

O Complexo da Mata Escura, em Salvador, é a unidade que mais computa apreensões. Em seguida, vem o presídio de Lauro de Freitas.

16/12/2021 09h30
Por: Karoliny Dias Fonte: SSP / BA
Foto: Rafael Rodrigues
Foto: Rafael Rodrigues

Mais de trezentos aparelhos celulares foram retirados dos presídios de Salvador e Região Metropolitana, entre o período de janeiro e novembro de 2021, durante ações preventivas e repressivas realizadas pelo Batalhão de Guardas (BG) da Polícia Militar e pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

Os aparelhos encontrados em celas durante revistas realizadas de forma conjunta entre a Polícia Militar, por meio da Companhia de Intervenção Prisional (Cirp) – responsável por atuar em ações que envolvam contato direto com os internos - e os policiais penais lideram a lista de itens ilícitos localizados nos presídios.

O retorno das revistas – suspensas desde o início da pandemia - foi fruto de decisão adotada após análise da SSP sobre os impactos da iniciativa para o setor e tomada em conjunto com a Seap.

O Complexo da Mata Escura, em Salvador, é a unidade que mais computa apreensões. Em seguida, vem o presídio de Lauro de Freitas.

Objetos cortantes como facas são o segundo tipo de materiais ilegais mais encontrados. Neste mesmo período, as equipes retiraram das celas 225 itens dessa categoria.

Ações criminosas frustradas

O esquema de policiamento realizado pelo efetivo do BG em guaritas e arredores do Complexo Lemos Brito impediu, também entre janeiro e novembro, as tentativas de 42 arremessos de materiais ilícitos feitos por comparsas de detentos. Nessas ocorrências, 100 kg de maconha foram apreendidas.

A unidade da PM mantém estratégias preventivas com a finalidade de impedir que esses materiais cheguem até os internos. Dentre as principais iniciativas está o reforço do policiamento em toda área de responsabilidade da unidade especializada.

“É durante as rondas no entorno dos presídios – incluindo áreas de matas - que a Cirp e as 1ª e 2ª Companhias de Guarda flagram e evitam a concretização dessas ações criminosas. Então, por sabermos dessas práticas utilizamos nossas equipes em pontos internos e externos, que normalmente são utilizados para realizar esses delitos”, pontuou o comandante do BG, tenente-coronel Flávio Farias.

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