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Polícia Operação Apostasia

Empresário acusado de sonegar mais de R$ 11 milhões é preso

O proprietário da empresa é suspeito de praticar os crimes de sonegação fiscal, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

14/12/2021 08h43 Atualizada há 4 anos
Por: Karoliny Dias Fonte: Polícia Civil
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um empresário acusado de sonegar mais de R$ 11 milhões em impostos foi preso, na manhã desta terça-feira (14), após deflagração da Operação Apostasia, realizada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), por meio da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), Ministério Público da Bahia e da Secretaria da Fazenda da Bahia.  

Vinte e três mandados de busca e apreensão em galpões, estabelecimento comerciais e imóveis foram cumpridos nas cidades de Alagoinhas e Feira de Santana. "Durante as buscas, recolhemos documentos e aparelhos eletrônicos, que ajudarão a chegar em mais provas deste grupo", explicou a titular da Dececap, delegada Márcia Pereira.  

O proprietário da empresa é suspeito de praticar os crimes de sonegação fiscal, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Ele criava empresas em nome de "laranjas", com o fim de sonegar impostos e em seguida abandonava as empresas e substituía por novas.

A operação

O Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), através da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), cumpriu nesta terça-feira (14), mandados de busca e apreensão e de prisão contra um grupo empresarial do ramo de supermercados investigados por sonegação de mais de R$ 11 milhões nos municípios de Alagoinhas e Feira de Santana

A Operação Apostasia faz parte da Força-Tarefa de Combate à Sonegação Fiscal, composta pelo Ministério Público da Bahia da Secretaria da Fazenda da Bahia da Polícia Civil, por meio da Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD) do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco).

"Os gestores são suspeitos de praticar os crimes de sonegação fiscal, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Eles criavam empresas em nome de terceiros com o fim de sonegar impostos e em seguida abandonava as empresas e substituía por novas", explicou a titular da Dececap, delegada Márcia Pereira.

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