A deputada Dayane Pimentel (PSL) falou sobre a fusão entre o DEM e PSL. Na opinião de Dayane, todos estão entusiasmados com a fusão das legendas que, unidas, ficarão ainda maior. “Essa é a primeira fusão entre dois partidos e esperamos uma grande bancada. Vamos agora dialogar a respeito do nosso apoio ou se vamos lançar candidatura própria. Seguimos com entusiasmo de fazer uma bancada gigante", disse.
Dayane ficou entusiasmada ainda com a filiação do ex-juiz e ex-ministro do Governo Bolsonaro, Sérgio Moro, ao partido Podemos. Questionada sobre se considera isso como uma sinalização do novo partido para apoiar Moro, Dayane disse que infelizmente ainda não. “E falo isso como a professora Dayane Pimentel, cidadã e política, e não como partido, nem PSL e nem União Brasil. Sobretudo porque não faço parte da presidência estadual mais. Faço parte agora de um projeto ainda maior e eu sou uma peça desse jogo”.
Dentro do partido, Dayane disse que tem discutido bastante com Luciano Bivar, que é o presidente nacional, e tem levado o assunto (apoio a candidatura de Moro) a Antonio Rueda, que é o vice. Assim que tiver chances falará também com o ACM Neto. “Acredito que o União Brasil deveria caminhar junto com Sérgio Moro, mas essa é uma posição política minha, não é partidária”, explicou.
Dayane assumiu a coordenação da campanha de Moro na Bahia e o fará com o seu CPF e não com o CNPJ do partido. “Quero aproximar o público baiano de Sérgio Moro. Fiz isso em 2018 e quero fazer isso novamente agora, aproximar o povo desse nosso pré-candidato que eu acredito ser a melhor via para nós”, falou.
Dayane pretende levar o que o povo pensa para Moro e trazer as respostas, juntando isso em um projeto. É esse o plano de Moro. “Acredito que teremos uma vitória. Não no sentido de dizer que a Bahia estará em sua totalidade com Moro, mas de trazer uma porcentagem que será decisiva a nível nacional”.
Congresso Nacional
Questionada sobre como anda o clima no Congresso Nacional, principalmente da Câmara Federa da qual faz parte, a deputada disse que muitos projetos não estão andando. Segundo Dayane, os projetos que saem da Mesa Diretiva são os que o presidente da Câmara, Arthur Lira, quer. Ele conversa com o presidente Jair Bolsonaro e eles dois resolvem o que será pautado.
“Fim de foro privilegiado você não vê pautar, prisão em segunda instância você não vê ser pautado, as regalias do Congresso Nacional você também não verá pautado. Só vai sair dali projetos para beneficiar pessoalmente o grupo que está junto com o presidente Bolsonaro, o que é muito ruim para a sociedade que nos cobra. Enquanto deputados não podemos fazer nada. É a Mesa quem resolve e isso na figura de Arthur Lira”, finalizou.
Com informações do repórter Reginaldo Junior
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