Boca de Forno News
Após anunciar o início das aulas em modo semipresencial na rede pública do estado, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), disse que os professores poderão ter o salário cortado pelos dias que não comparecerem às unidades de ensino. A decisão contraria a APLB, Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, que protesta contra o retorno às escolas antes que toda a categoria esteja imunizada com as duas doses da vacina contra a Covid-19.
Ainda assim, o chefe do executivo estadual determinou a reabertura das escolas em publicação no Diário Oficial. Questionado pela reportagem se os trabalhadores em educação cumprirão a decisão do governo, a presidente da APLB-Feira, Marlede Oliveira, frisou: "não."
"Só voltaremos quando tivermos todos os professores imunizados com a segunda dose, e quando as escolas oferecerem condições de voltarem", alertou acrescentando não acreditar que a categoria não compareça às escolas, pois, na avaliação dela existe um contexto de vulnerabilidade enfrentado pelos estudantes mais pobres.
A declaração foi dada ao programa Levante a Voz (Sociedade News) na manhã de hoje (14). A sindicalista disse que os colegas só devem atender ao chamado da Secretaria de Educação do Estado (SEC) enquanto todos estiverem completamente imunizados.
Informações do repórter Reginaldo Lima
Educação Feira de Santana supera meta e registra avanço histórico na alfabetização
Universidades Presidente sanciona lei que acaba com lista tríplice e muda escolha de reitores
Educação Estudantes podem revalidar Cartão Via Feira até 31 de março
Educação MEC pune mais de 50 cursos de medicina por desempenho insuficiente
Inscrições abertas CJCC Feira abre inscrições para oficinas gratuitas com foco em aprendizagem criativa
Educação Descumprimento de lei provoca perdas salariais e distorce carreira de professores da rede municipal de Feira de Santana 
Mín. 22° Máx. 32°
Mín. 22° Máx. 33°
Chuvas esparsasMín. 22° Máx. 33°
Parcialmente nublado


