Boca de Forno News
Após anunciar o início das aulas em modo semipresencial na rede pública do estado, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), disse que os professores poderão ter o salário cortado pelos dias que não comparecerem às unidades de ensino. A decisão contraria a APLB, Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, que protesta contra o retorno às escolas antes que toda a categoria esteja imunizada com as duas doses da vacina contra a Covid-19.
Ainda assim, o chefe do executivo estadual determinou a reabertura das escolas em publicação no Diário Oficial. Questionado pela reportagem se os trabalhadores em educação cumprirão a decisão do governo, a presidente da APLB-Feira, Marlede Oliveira, frisou: "não."
"Só voltaremos quando tivermos todos os professores imunizados com a segunda dose, e quando as escolas oferecerem condições de voltarem", alertou acrescentando não acreditar que a categoria não compareça às escolas, pois, na avaliação dela existe um contexto de vulnerabilidade enfrentado pelos estudantes mais pobres.
A declaração foi dada ao programa Levante a Voz (Sociedade News) na manhã de hoje (14). A sindicalista disse que os colegas só devem atender ao chamado da Secretaria de Educação do Estado (SEC) enquanto todos estiverem completamente imunizados.
Informações do repórter Reginaldo Lima
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