Após anunciar o início das aulas em modo semipresencial na rede pública do estado, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), disse que os professores poderão ter o salário cortado pelos dias que não comparecerem às unidades de ensino. A decisão contraria a APLB, Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, que protesta contra o retorno às escolas antes que toda a categoria esteja imunizada com as duas doses da vacina contra a Covid-19, o que a entidade estima que vá acontecer até a primeira quinzena de agosto.
Ainda assim, o governo do estado determinou a reabertura das escolas para este mês de julho. Questionado pelo apresentador se isso significaria corte de salário para os faltantes, ele frisou: "exatamente".
A declaração foi dada logo após o telejornal exibir o posicionamento da APLB. O presidente do sindicato, professor Rui Oliveira, disse que os colegas não vão atender ao chamado da Secretaria de Educação do Estado (SEC) enquanto todos não estiverem completamente imunizados. Quanto a isso, o governador afirmou que eles estão em situação de privilégio se comparados a outras categorias profissionais.
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