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Bahia Violência

Advogado suspeito de matar barbeiro em bar de Salvador se apresenta à polícia

José Geraldo Lucas Júnior se apresentou à sede do DHPP nesta quarta-feira (27)

27/01/2021 13h29 Atualizada há 4 semanas
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Por: bocadeforno Fonte: G1
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O advogado José Geraldo Lucas Júnior se apresentou à sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em Salvador, no final da manhã desta quarta-feira (27) para ser preso. Ele é suspeito de matar o barbeiro Lucas Souza de Araújo a tiros, dentro de um bar no bairro do Imbuí, no domingo (24).

Na terça-feira (26), a Justiça determinou a prisão temporária dele. Durante a chegada de José Geraldo na delegacia houve tumulto, porque familiares da vítima também estavam no local.

O amigo do suspeito – identificado apenas pelo prenome "Jean" – também se apresentou ao DHPP para ter a prisão temporária cumprida. Um dos dois suspeitos estava coberto com um pano e foi acompanhado de um homem, que aparentava fazer a segurança.

Houve correria no estacionamento do DHPP. A esposa da vítima chegou a desmaiar, quando os suspeitos chegaram ao local. A cunhada da vítima, que o considerava um irmão e também estava no bar no momento do assassinato, foi pediu Justiça.

"Esse desgraçado tem que estar na cadeia. Ele destruiu todo mundo, ele me destruiu. A gente viu ele matar. Ele foi frio. Eu estava na hora. Ele é frio e calculista. Saiu do lugar e foi até o meu irmão, meu cunhado. Ele foi atrás da gente para poder matar. A gente não estava armado. Ele deu três tiros no meu cunhado. Ele deu em cima [assediou] de mim, ele deu em cima da minha cunhada [esposa da vítima] que está passando mal. A gente não vive mais".

O advogado da família da vítima, Marcos Rodrigues, informou que vai pedir um requerimento para que as prisões de José Geraldo e do amigo dele sejam convertidas para preventivas, que já que eles foram presos temporariamente.

"Vamos fazer esse pedido para que, juntamente com as autoridades policiais, possa ir para uma autoridade judiciária, para que ela possa analisar e decretar a prisão preventiva desses acusados, que é uma prisão que não tem prazo".

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