África do Sul, Essuatíni e Zâmbia começaram a administrar o Lenacapavir, medicamento utilizado para prevenção do HIV, nesta segunda-feira (1°). O medicamento reduz o risco de transmissão do vírus em quase 100% com apenas duas aplicações anuais.
Esse é considerado um dos primeiros usos reais do medicamento em países de baixa e média renda, com apenas 5 meses após a aprovação pela Food and Drug Administration, entidade federal responsável pela administração de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos.
A África é o continente mais afetado pelo HIV no mundo, onde um em cada cinco adultos vive com o vírus. O início da aplicação foi supervisionado pela unidade de pesquisa da Universidade de Wits, como parte de uma iniciativa financiada pela agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo a Unitaid, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) está integrando o lenacapavir em clínicas em sete cidades para reduzir as barreiras de acesso à saúde para populações vulneráveis. O projeto tem como foco alcançar homens que fazem sexo com homens, pessoas transgênero e não binárias, incluindo adolescentes.
O HIV e a Aids
A Organização Mundial da Saúde (OMS) explica que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) ataca as células do sistema imunológico – a defesa do corpo contra doenças – e enfraquece a capacidade do organismo de combater infecções e alguns tipos de câncer. Como o vírus destrói e prejudica a função das células imunológicas, os indivíduos infectados tornam-se gradualmente imunodeficientes e, consequentemente, vulneráveis a infecções oportunistas e cânceres. O estágio mais avançado da infecção pelo HIV é a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), que pode levar de dois a 15 anos para se desenvolver, dependendo do indivíduo.
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