A quantidade de baianos que aderiram e contrataram um plano de saúde cresceu no estado no final do último ano vigente. O estado registrou, em dezembro de 2024, um total de 1.733.006 usuários de planos de saúde, em diferentes empresas e operadoras. No entanto, o número ainda é inferior e não contempla a população baiana que chega aos 14.850.513 de pessoas que vivem no estado, conforme o último censo realizado pelo Instituto Geográfico Brasileiro de Estatísticas (IBGE).
O número é maior do que os 1.685.967 obtidos até ao primeiro semestre do mesmo ano. Uma diferença de 47.039 novas pessoas que aderiram a um plano. Já a taxa de variação do mesmo período, em comparação ao mesmo de novembro, atingiu a 0,66%.
Segundo levantamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), acessado pela reportagem do Bahia Notícias, a taxa de cobertura das operadoras também obteve crescimento, atingindo a 12,25%, sendo superior aos 11,93% obtidos no sexto mês de 2024. Os números são relacionados a junção de todas as modalidades de operadoras, juntando a autogestão, cooperativa médica, filantropia, e medicina de grupo.
O número de operadoras ativas com beneficiários foi de 440 à época para 446 no final do ano. Entre as principais demandas e serviços efetuados pelos consumidores, o índice de reclamações liderou a lista com 1.567 efetuadas somente neste período, enquanto os números relacionados a coberturas diminui de junho (1.668) a dezembro que foi de 1.289.
Reclamações sobre mensalidade e reajustes chegaram a 83 nos seis primeiros meses de 2024 e subiu para 98 no último mês do ano. Já o número de contratos e regulamentos caiu de 218 para 176 na mesma época. O estudo trouxe ainda os dados relacionados ao tipo de contratação dessas empresas de planos de saúde. O plano de saúde coletivo foi de 1.481.302; coletivo empresarial (1.355.864); coletivo por adesão (125.438); individual ou familiar (251.128). Outros 576 foram listados como não identificados, quando o mesmo indivíduo consegue diferentes vínculos.
Já na quantidade de usuários de planos odontológicos marca na Bahia foi de 1.905.007, tendo 3.159 planos ativos e 163 operadoras ativas.
Receitas e gastos
Despesas e receitas também foram disponibilizados pela ANS. No estado, durante o 3º semestre deste último ano foram notificados cerca de R$ 228.816.273.448, seguido por despesa assistencial de R$ 192.589.700.903; despesa administrativa com R$ 20.859.597.094 e despesa comercialização chegando a 7.392.669.120. Já outras despesas operacionais atingiram a R$ 18.827.101.448, sequenciado por Contraprestações de Corresponsabilidade Cedida indo a R$ 2.483.627.941.
A taxa de sinistralidade, que é a relação entre o custo dos sinistros e o prêmio recebido pelas operadoras de planos de saúde, marcou um total de 84,3% também no terceiro trimestre do ano anterior.
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