No comando de programas que são, simultaneamente, vitrines sociais do PT e alvos principais da revisão de gastos, o ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) reconhece a preocupação do governo com eventual repercussão negativa das medidas, mas defende o combate às fraudes como forma de melhorar a gestão dos recursos públicos e cumprir regras fiscais.
Dias afirma em entrevista à Folha de S.Paulo que, além de Bolsa Família e BPC (Benefício de Prestação Continuada), o Executivo deveria estender a averiguação a outras políticas, como seguro-defeso (pago a pescadores artesanais) e aposentadoria rural.
"Por que teve fraude no Bolsa Família e não teve nos outros? Claramente, é a minha visão, teve fraude em todo lugar", diz.
Segundo o ministro, o desafio hoje é vencer as resistências de alguns municípios que reduziram a marcha na revisão dos benefícios do Bolsa Família. Embora 94% do público do programa já tenha passado pela atualização cadastral, ainda há cerca de um milhão de beneficiários fora do alcance desses esforços.
"É como se estivesse parado por conta do ano eleitoral. É a impressão que eu tenho", afirma.
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