O presidente da APLB em Cachoeira, o professor José Roque, respondeu as críticas feitas pelo procurador do município de Cachoeira, o advogado Edgar Henrique, após a divulgação de um vídeo em que ele diz que notícias falsas foram disseminadas. Roque afirmou desde que essa gestão tomou posse, o sindicato está a frente das negociações, até porque são os representantes legais dos professores. O resto são só falácias. “Desde o início estamos dialogando com a gestão, buscando a implantação do Plano de Cargos e Salários, através da Comissão Permanente de Educação”.
Sobre o vídeo que gravou, informando que o PL sobre o Plano havia sido votado em sua integridade, o que não seria verdade já que apenas a emenda da vereadora Adriana que recebeu o veto do Governo Municipal, o professor explicou que recebeu a informação errada. Reclamou ainda que faltou transparência do governo que poderia ter explicado que apenas a emenda havia sido vetada.
“O vídeo foi gravado baseado nas informações (o presidente não quis dizer quem havia lhe passado essa informação) que nós tínhamos de que havia o veto ao projeto. Não tomamos posição nenhuma e esperamos o pagamento. Quando ele saiu, vários professores entraram em contato afirmando que o ao invés do reajuste o salário havia sido reduzido. Por isso, entendemos que o acordo não havia sido pago. Temos os contracheques para provar essa situação. Os professores disseram que não aceitariam o não pagamento e queriam que nós, como sindicato, tomássemos uma atitude e por isso o vídeo foi gravado”, explicou.
No Setor Pessoal da Prefeitura, José Roque disse que foi informado que o pagamento foi feito, mas o cálculo não foi feito em cima da regência de classe de 20%. “Só se pagou 10%. Disseram que ontem mesmo seria corrigido e hoje pegamos contracheques de professores diferentes onde já está o diferencial do plano. Ele está sendo pago”.
Ele ressaltou que o Governo poderia ter explicado a categoria que o veto não atingiria o pagamento ao acordo feito dos 3% do plano. “Faltou essa informação por parte do Governo Municipal. Eles poderiam ter dito que mandaram o veto a emenda da vereadora, mas que isso não interromperia em nada os pagamentos. No momento que isso não foi dito e os professores perceberam que o acordo não foi pago e houve uma diminuição, houve um alvoroço e eu, como representante, tinha que dar uma resposta”.
Após o procurador entrar em contato com ele e explica a questão, Roque disse que gravou um novo vídeo e postou no grupo da APLB trazendo toda a explicação. “Deixei tudo muito bem claro nesse novo vídeo”. Ele reclamou ainda que a luta foi toda da categoria e percebe hoje que as pessoas estão mais preocupadas em ser o dono do pagamento do plano e receber os louros. “Quem realmente merece todo o destaque e exaltação são os professores que foram para a rua lutar e nós da APLB que convocamos uma audiência pública onde foi feito o acordo para o pagamento do plano. Tudo o que aconteceu veio da luta da classe. Não adiante agora as pessoas quererem puxar para si, até fazer propaganda em cima de algo que veio de todo o nosso sofrimento”.
Para ele, o que faltou foi transparência e comunicação por parte da Prefeitura, o que poderia ter evitado todo o transtorno causado pelo mal entendido.
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