O prefeito da cidade de Anguera, Mauro Vieira, em entrevista ao radialista Nivaldo Lancaster, falou sobre o seu planejamento de ações para a cidade em 2024. Conforme ele, o objetivo principal da administração pública é tornar a educação 100% em tempo integral. “Nós sabemos que precisamos dobrar a estrutura da educação porque em tempo integral precisaremos de muitas escolas disponíveis”, disse.
Mas esse é um trabalho que já vem sendo feito, ressalta. Isso porque está se construindo mais uma creche na sede da cidade e mais uma escola de seis salas. Está sendo feita ainda uma creche em Guaribas. “A estrutura do município está sendo toda revitalizada e melhorada, passando por uma requalificação total para que possamos colocar em prática esse projeto”.
Problemas com a Coelba
Sobra saúde, Mauro lembrou que a cidade possui um hospital municipal que ele quer ampliar, implantando nele um centro cirúrgico e uma sala de raio X. “Toda essa estrutura já está no município, mas ainda não podemos implantar em função de um gargalo que existe no Estado da Bahia, e acho que está acontecendo em todo o Brasil, que é a Coelba. Ela não tem investimento. Hoje temos dificuldade até de ligar um computador no hospital porque a energia não aguenta”.
Com recursos próprios do município, foram mais de R$ 300 mil investidos, colocando gerador e uma subestação, e mesmo assim a Coelba ainda não ligou a energia necessária. “Isso atrapalha o nosso trabalho. A Coelba está na contramão da gestão pública e dos anseios da sociedade”.
Para o prefeito, a falta de concorrência gera esse tipo de atitudes da concessionária. “Em Minas Gerais, a Cemig, por exemplo, é uma empresa estatal e dá um exemplo de gestão. Acho que tem alguns setores estratégicos, a nível de energia e água, que o Estado é quem deve gerir. Porque aí, com certeza, os investimentos aconteceriam”.
A Coelba, destaca de Mauro, teve um lucro em 2022 de R$ 4 bilhões. Em 2023 ainda não se sabe. “Para onde foi esse dinheiro? Para fora do país. Em 2027 é o ano em que será votado a possível renovação dessa concessão e eu espero que o governador Jerônimo tenha essa sensibilidade de traze-la de volta para o Estado que eu tenho certeza que a gestão será bem melhor”, diz.
2023
Sobre o ano de 2023, o prefeito disse que houveram algumas dificuldades, principalmente no segundo semestre, mas o Governo Federal teve a sensibilidade de entender que era necessário ajudar os municípios, que é onde tudo acontece.
“Ninguém vai na porta do governador ou do presidente reivindicar e pedir melhorias para a comunidade. É com o prefeito que as pessoas fazem suas cobranças e é necessário que tenhamos recursos e condições de poder realizar as coisas e deixar a população satisfeita”. Mas, conforme Mauro, apesar dos percalços, o ano foi vencido e muito bem.
Seca na cidade
Em algumas cidades choveu nos últimos dias. Na cidade de Anguera, salienta Mauro, choveu pouco. Mas não houve um impacto negativo em relação a seca porque o governo realizou um trabalho preventivo, colocando água em toda a zona rural da cidade.
“Praticamente, Anguera é um município universalizada em relação a água potável. O impacto foi menor, mas não deixou de atrapalhar a gestão. A chuva foi pouca, mas deu um alívio, principalmente para o trabalhador rural e para aquelas pessoas que precisam dela para desenvolver as suas culturas”, explica.
Réveillon na cidade
Mauro falou ainda como foi o Ano Novo na cidade. Segundo ele, deixou a população satisfeita. “Foi inesquecível esse Réveillon. Fizemos uma festa bonita na virada do ano e a atração agradou a população porque o arrocha já faz parte da cultura do baiano e está tomando conta do Brasil”.
A festa acabou as 7h do dia 1º de janeiro e foi feita ainda uma lavagem em seguida que deu um toque especial a ela, ressalta.
São João
Sobre as festas juninas, Mauro Vieira disse que sem dúvidas pretende faze-la porque faz parte do calendário e não pode deixar a cultura morrer. “Eu sei que não é fácil, principalmente porque as bandas e atrações, chegando essa festa, dobram de valor. O preço é absurdo, mas já formamos a grade do São João. As grandes contratações já foram feitas e brevemente, depois do Carnaval, estaremos divulgando para a população”, diz.
FPM
Em relação ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), Mauro disse que quando está ruim tem que se falar e quando está bom também. Segundo ele, houve um aumento de 13% em relação ao ano de 2022.
“Está numa crescente e o país está arrecadando mais. Já somos a 9ª economia do mundo. Isso tudo acaba prevalecendo favoravelmente para os municípios porque se o país sem confiança no exterior, obviamente que haverá mais investimentos, mais retorno, mais emprego, mais renda circulando nele”, finalizou.
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