O naufrágio da lancha Cavalo Marinho I na Baía de Todos-os-Santos, que causou a morte de 19 pessoas e deixou outras 54 feridas, completou seis anos nesta quinta-feira (24). A embarcação virou momentos após a saída do terminal de Mar-Grande em direção a Salvador.
O Tribunal Marítimo da Marinha do Brasil condenou, em 2020, o engenheiro responsável técnica técnico da lancha, Henrique José Caribé Ribeiro, além de Lívio Garcia Galvão Junior, dono da CL Empreendimentos Eirelli, proprietária da embarcação, e a própria empresa.
Já a Defensoria Pública da Bahia (DPE) ajuizou 46 ações contra a CL Transportes Marítimos – dona da embarcação Cavalo Marinho I. Desse total, 41 ficou na comarca de Itaparica e as outras cinco em Salvador.
A Justiça ainda não indenizou as vítimas do acidente. A Defensoria Pública, por sua vez, seguiu com 35 processos de sobreviventes e familiares das vítimas. O documento contempla 37 pessoas, sendo três pessoas de uma mesma família.
Os autos das ações já foram enviados à Justiça e tramita em caráter concluso. Deste modo, falta apenas que o juiz determine a sentença de indenização.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) informou que já apresentou as alegações finais e aguarda a decisão judicial.
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