O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), terá nas próximas semanas a árdua tarefa de convencer deputados, sobretudo do Centrão, a usarem suas emendas para financiar obras do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), lançado na última sexta (10). A informação foi divulgada pelo Blog do Noblat no Metrópoles neste domingo (13).
Ainda segundo a publicação, o ministro petista quer concluir essa articulação até o fim deste mês, coincidindo com a apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias no Congresso. As duas mil obras previstas no Novo PAC vão custar mais de R$ 60 bilhões e, sem dinheiro, o governo tentará fazer com que a tríade União Brasil, Republicanos e Progressistas direcione o dinheiro das emendas.
O Metrópoles aponta ainda que a maior parte das emendas são liberadas via Ministério do Desenvolvimento Social, do invejado Wellington Dias. Por isso, obras como escolas ou postos de saúde podem ser priorizadas. Mas, também de acordo com o Metrópoles, o problema é que o cargo de Dias está sendo muito disputado já que o PP já teria pedido a pasta na negociação pelo apoio no Congresso e pode somar a questão do Novo PAC à fatura.
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