Apenas 22,7% das ocupações no Brasil possibilitam o teletrabalho ou home office,segundo o estudo Potencial de Teletrabalho na Pandemia: Um Retrato no Brasil e no Mundo, divulgado nesta quarta-feira (3). A pesquisa é tem como autores Felipe Martins e Geraldo Góes, do Ipea, e José Antônio Sena, do IBGE, que usaram metodologia adotada por pesquisadores da Universidade de Chicago (EUA).
Segundo este trabalho, as desigualdades regionais do Brasil também se refletem no potencial de teletrabalho de cada estado. No Distrito Federal, unidade da federação com a maior renda média, o percentual chega a 31,6%.
São Paulo e Rio de Janeiro também ficam acima do potencial nacional, com 27,7% e 26,7%l. Entre os estados com menor média estão Piauí, com 15,6%, Pará, com 16%, e Rondônia, com 16,7%.
Os maiores percentuais de probabilidade de teletrabalho estão nos grupos profissionais das ciências e intelectuais (65%), diretores e gerentes (61%) e trabalhadores de apoio administrativo (41%).
Com informações do Bahia.Ba
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