A Polícia Federal abriu inquérito nesta quinta-feira (10) para investgar se o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, realizou crimes de prevaricação e violência política durante bloqueios nas eleições.
A investigação foi aberta a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e é mantida sob sigilo. Ela será comandada pela superintendência da Polícia Federal em Brasília, já que Vasques não tem foro privilegiado.
A PF vai apurar se a fiscalização de ônibus com eleitores durante o segundo turno das eleições, com ênfase desproporcional na região Nordeste e contrariando decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); se Silvinei Vasques cometeu crime de prevaricação, por omissão, ao não orientar medidas mais enérgicas para a PRF desobstruir rodovias bloqueadas por atos de caráter golpista após as eleições, nas últimas semanas.
O crime de prevaricação acontece quando um funcionário público age contra a lei.
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