O advogado alega que os acusados foram torturados, além de estarem sendo privados de alimentação adequada e banho de sol. A defesa afirma ainda que um dos três clientes, seria inocente e que só confessou porque “foi torturado na delegacia de Polícia Civil em Atalaia do Norte”.
Ainda de acordo com o advogado de defesa, a polícia de ter forçado o suspeito a envolver falsamente outras pessoas no caso, supostamente para que pudesse ser apontada a figura de um mandante.
“O denunciado é analfabeto, e, ao chegar na sede da Superintendência da Polícia Federal, sofreu bastante tortura psicológica ao ser interrogado sem a presença de seus advogados”, disse Oliveira. O advogado também solicitou que a federalização do caso fosse desfeita e que, portanto, ele fosse transferido para a Justiça estadual, porque o crime teria sido cometido fora de uma área de proteção ambiental ou indígena.
O juiz federal Fabiano Verli, negou a soltura dos três acusados, manteve a prisão preventiva e justificou não ver “qualquer ilegalidade ou mudança relevante do estado de coisas que implique a cessação desta medida cautelar”. Sobre o pedido para reversão da federalização do caso, o magistrado pediu a opinião do Ministério Público.
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